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13/06/2018


Quando as Universidades Públicas da Paraíba se impõem acima da USP, UFRJ e todas as Faculdades do Nordeste

Para Romulo Polari, Neroaldo Pontes, Antonio Sobrinho, Janckson Carvalho e Berilo Borba

Quem não convive com a Academia pouco deu importância a alguns dados espetaculares revelados dias atrás pelo INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual – apresentando no Ranking brasileiro a UFCG (2º) e UFPB (4º) como as Universidades Públicas que mais apresentaram pedidos de patentes superando USP, UFRJ e todas as demais do Nordeste.

Registre-se ainda o IFPB na vigésima posição.

A rigor, se considerarmos o nivel de registro de Paises avançados como os Estados Unidos nossa quantidade de Patentes ainda está muito aquém de um patamar futuro de maior expressividade.

Seja como for, o novo Ranking prova por A Mais B que nossas universidades públicas e de ensino gratuito ainda são as maiores referências da expansão do conhecimento apesar do jogo contra do Governo Temer na relação com as Universidades, a Ciência e à Tecnologia.

LYNALDO CAVALCANTI

Os reitores da UFPB, Margareth Diniz, da UFCG (Vicemário Simões) e do IFPB ( Nicácio Lopes) representam na conjuntura o espelho multiplicado de empenho continuo para segurar o nivel das Instituições com esse padrão de qualidade, apesar da forte politica de redução de recursos pelo Ministério da Educação.

Eles são o saldo presente do que plantaram todos os ex-reitores, em especial com respeito aos demais, o professor Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque – o acadêmico paraibano que mais investiu em Ciência e Tecnologia.

Os frutos de hoje são resultado das sementes plantadas no final dos anos 70, mesmo em Regime Militar produzindo a mais forte politica de atração de Doutores dentro da UFPB e na sequência o desmembramento da UFCG – esta a segunda melhor colocada no Pais.

SÍNTESE

Em que pesem os esforços inglórios para privatizar nossas Universidades Públicas, felizmente a realidade e a produção de nossos gênios do conhecimento estão a provar que a onda do Chile não serve ao Brasil.
Viva a UFPB, UFCG, IFPB!

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