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01/04/2018


Qual o papel dos partidos na sucessão de 2018 na Paraíba?

Os muitos fatos registrados de desvios de recursos públicos nos últimos tempos envolvendo lideres políticos nacionais de diversos partidos atingiram em cheio as principais legendas abrindo espaços para novas Siglas e rearrumações de todas as espécies, inclusive nos Estados como a Paraíba.

Sem querer evidenciar apenas a parte mais negativa da conjuntura, mas é que os partidos estão muito desgastados. Foi esse aspecto que fez o deputado federal Pedro Cunha Lima a fazer movimentos para construir opção fora do PSDB, embora ultimamente tenha decidido ficar.

FENÔMENO

Surpreende que nesse contexto a forte afetação do PT não lhe fez reduzir, ao contrário, sobrevive com seu maior líder liderando todas as pesquisas e a legenda aumentando o número de filiados.

E tudo isso gera indagações e exigem analises mais profundas.

COMO SE DÁ NO GERAL

Na prática, os ajustes partidários buscam, para uns, evitar o desgaste, como se deu com o PMDB voltando à sigla antiga – MDB e, para outros, potencializar sua condição de alternativa saudável dos eleitores, estes tendendo ao voto nulo ou abstenção – o que assim ajuda os políticos tradicionais.

À QUEM FAVORECE

Pelas regras postas para 2018, a estrutura formalizada pelo congresso e TSE favorece muito mais à quem já está no jogo, ou seja, o que pode surgir de surpresa é aglomerados de partidos se coligando para fazer eleger candidatos ou votos – protesto, dentre eles fenômenos como Mo Fi (Emerson Machado) e Gobira.

São os candidatos com maior poder aquisitivo quem, na essência, mais se beneficiam pelo tamanho de dinheiro que acumulam para a campanha.

Tenho dito.

 

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