menu

01/05/2018


A elite amarga no 1º de Maio o retrocesso socioeconômico diante de Lula, preso, com maior apoio

O primeiro dia de Maio de 2018 registra algo “sui generis” na vida brasileira: convive, de um lado, com retrocessos na economia e na estrutura social, vide a entrega total do Pré-sal pelo Governo Temer e a queda do poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres, de outro com setores da Elite amargando a realidade de perdas diante de um ex-presidente preso, no caso Lula, com os maiores índices de aprovação popular, até se comparado a todos os líderes políticos do País.

É este cenário que nos remete a questionar: como pode um líder político condenado e preso ter a ampliação do apoio e da aprovação da sociedade como um todo?

A resposta é simples: apesar da maior perseguição já feita pela Grande Mídia (em especial a Rede Globo) cada vez mais a sociedade se convence e faz juízo de valor de que Lula é inocente, perseguido pelo Juiz Sérgio Moro e o STF, condenando-o sem provas, portanto, é preso político.

 JUSTIÇA APENAS

Neste 1º de Maio, feriado dedicado ao trabalhador de uma forma geral, que não só operários de fábrica mas a todos que trabalham, está muito evidente que o Brasil passa por uma fase diferenciada para pior no sentido de que os corruptos governam e os punidos/condenados, a Justiça não consegue provar culpabilidade.

Em síntese, no caso de Lula como de todos, se faz imprescindível que a Justiça se faça sem partidarismo com base no Estado Democrático de Direito utilizando-se de provas convincentes e garantindo amplo direito de defesa – o que nada disso acontece em relação ao ex-presidente da República.

Já no tratamento aos líderes do PSDB, MDB, PP, etc. flagrados em desvios reais de recursos públicos, em especial Aécio, Serra, a Justiça não age e escamoteia, finge julgar com os princípios do Estado de Direito.

Esta é a síntese da realidade brasileira de hoje.

Notícias relacionadas