Walter Santos vê priorização do debate da Granja como falta de prioridade - WSCOM

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Política

06/06/2018


Walter Santos vê priorização do debate da Granja como falta de prioridade

Foto: autor desconhecido.

Walter Santos em nova abordagem trata da Granja Santana no foco de debates. Ele compara a simbologia daqui com Londres. Eis a sintese a seguir:

Na Paraíba, confronto politico aguça em torno de temas Secundários, mas insiste pela falta de debate maior

A Inglaterra ainda hoje vive do passado cultural arcaico, conservador, mas emblemático por produzir um volume imensurável de Libras Esterlinas, por exemplo, com o casamento de um principe com uma plebéia.

É a sociedade inglesa quem mantém uma estrutura fantástica em torno da Familia Real, mesmo de pouca influência politica na gestão do Pais porque seu papel – o da familia real – está no emblema e força no imaginário inglês da força da tradição custando o preço do luxo da Monarquia.
Guardadas as proporções, de repente a Paraiba se vê tomada do debate contemporâneo sobre a funcionalidade da Granja Santana.

É tema advindo da Oposição porque quer colocar na pauta do desperdício, inequidade e vulgaridade na questão, o que não é: a residência oficial do governador do Estado cumpre papel somente perceptivel em sociedade longe do proselitismo.

ANTES DE TUDO

Em tempos de superficialidade e fakes news, tratar a questão da existência e importância da Granja Santana como elemento nefasto como prioridade é forçar barra de um discurso oportunista, à lá nivel da versão Robin Hood ultrapassado porque, a exemplo de Londres, o Poder da Paraiba precisa existir na sua representação diplomática com o papel correlato de outros grandes Ambientes representativos.

Se não nutrir esta simbologia, inexiste Poder na representação protocolar.

FALTA DE ASSUNTO

Ultimamente, o foco mais profundo sobre o futuro da Paraiba está longe da questão da Granja Santana porque a força das reivindicações passa por outras abordagens e conceitos, nunca pela cogitada Granja, ultimamente tratada injustificadamente como a Geni conceitual da falsa moralidade tabajara.
O tal discurso questionado de Estado minimo por qualquer questão só prospera quando se desconhece e não se prioriza a representação da sociedade na Politica pelo primado da postura longe da Demagogia.

De certa forma, por falta de assunto mais profundo e conjuntural perde-se tempo com tamanha desproporção entre conceito de gestão pública, ou seja, e assim o debate passa a ser iníquo e longe do mais importante debate sobre o futuro da Paraiba.

Lá na Torre, dir-se-ia: minha Gente vamos ocupar o tempo com assunto mais pertinente e não com tentativas e hipocrisias.

É isso.