Vendedor ambulante é assassinado por dívida de R$ 2 - WSCOM

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Policial

10/03/2006


Vendedor ambulante é assassinado por

O vendedor ambulante de algodão-doce, Josivaldo Lima da Silva, 24 anos, solteiro, que residia no Alto do Mateus, Zona Oeste de João Pessoa, foi assassinado com vários tiros, na presença da sua companheira Maria Simone de Souza, de 27 anos, e dos quatro filhos do casal.

Josivaldo foi morto por causa de um débito de R$ 2,00. Dois homens encapuzados, conhecidos apenas por “Marquinhos” e “Totonho” são apontados como autores do crime, segundo levantou junto as testemunhas o delegado Getúlio de Lira Machado, de plantão na 1ª Delegacia Distrital.

O crime aconteceu por volta das 3h30 de ontem, no interior da casa, precisamente no quarto do casal, para onde Josivaldo foi levado pelos acusados.

Maria Simone contou ao delegado Getúlio Machado, que por volta das 3h30, ela e seu companheiro foram acordados por batidas na porta. Josivaldo se levantou e foi atender. Ao abrir a porta se deparou com “Marquinhos” e “Totonho” ambos armados.

Eles empurram Josivaldo para o interior da casa, entraram em seguida.

Maria Simone adiantou, que implorou a “Marquinhos” e “Totonho”, que não matasse Josivaldo, pois ele iria pagar o débito, mas não lhe atenderam.

“Totonho” a manteve dominada com o cano do revólver encostado na sua cabeça e “Marquinhos” efetuou os dois tiros em Josivaldo, sendo um na cabeça e outro no tórax do lado esquerdo, na altura do coração.

Josinaldo morreu na hora. Antes de fugir os dois acusados ameaçaram matar Maria Simone caso ela os denunciasse a Polícia.

O pai de Josivaldo, João de Lima da Silva, que mora próximo a casa do seu filho, foi acordado pelos estampidos dos disparos, e pouco depois escutou os gritos de Maria Simone pedindo por socorro, dizendo que seu marido havia sido assassinado.

João de Lima correu até a casa do filho, quando lá cegou se deparou com a tragédia. Ele ligou para o Centro Integrado de Operações Policiais – Ciop, comunicando que seu filho fora assassinado dentro de casa.

O capitão-PM Marcelo Lins dos Santos, oficial coordenador do Ciop, enviou a casa uma viatura do 1º Batalhão e confirmado o crime, o delegado Getúlio de Machado, foi avisado e juntamente com perito Joelson dos Santos, compareceu a casa para fazer o levantamento pericial. O cadáver de Josivaldo, foi removido para o Departamento de Medicina Legal para ser necropsiado.

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