TRE-PB define nesta segunda o novo calendário da eleição suplementar de Cabedelo - WSCOM

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Política

19/11/2018


TRE-PB define nesta segunda o novo calendário da eleição suplementar de Cabedelo

Imagem de divulgação

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE) vai se reunir nesta segunda-feira (19), para definir as regras e o novo calendário do processo de escolha do prefeito e vice-prefeito de Cabedelo, mediante eleições suplementares. O pleito estava previsto inicialmente para nove de dezembro, mas o Partido dos Trabalhadores ingressou com liminar reivindicando prazo maior para registro de candidaturas e cumprimento de outras formalidades. Há previsões de que as eleições venham a ocorrer entre fevereiro e março do próximo ano.

A “cidade portuária” enfrenta impasse institucional desde o afastamento, prisão e finalmente renúncia do prefeito Wellington Viana (Leto), envolvido na Operação Xeque-Mate desenvolvida pela Polícia Federal em articulação com outros organismos e que desbaratou um esquema de corrupção montado na prefeitura, com tentáculos espalhados pela Câmara de Vereadores.

Apesar do impasse institucional, o prefeito em exercício Vítor Hugo, que ocupava mandato de vereador e se investiu com o afastamento do titular e do vice (este faleceu recentemente vítima de ataque cardíaco),vem se empenhando em manter a normalidade administrativa, com investimentos em infraestrutura, como obras de calçamento e pavimentação asfáltica, recorrendo a verbas do IPTU e a outros recursos próprios, bem como a bem-sucedidas parcerias públicas-privadas.

Vítor Hugo deverá ser um dos candidatos na eleição suplementar, diante do desejo manifesto de concluir cronograma traçado juntamente com sua equipe. Ele considera que sua gestão tem sido avaliada positivamente por grande número de habitantes da cidade, pelo fato de vir cumprindo programa de metas que atendem ao interesse público. Diz que o interesse público foi negligenciado pelo ex-prefeito Leto Viana e por integrantes da sua administração, interessados apenas em se locupletar financeiramente, com isto relegando a segundo plano os investimentos de que a população precisa.