Blog de WS explica o porque Azevêdo se posiciona em 1° de RC em comparação a 2012 e 2016 - WSCOM

menu

Política

05/10/2018


Blog de WS explica o porque Azevêdo se posiciona em 1° de RC em comparação a 2012 e 2016

Foto: autor desconhecido.

A nova postagem do jornalista e analista político, Walter Santos, explica nesta sexta-feira (5), o processo da campanha eleitoral para o Governo do Estado inserindo a performace de João Azevêdo que saiu do desconhecido para líder das pesquisas. WS aponta dados reais sobre as causas deste processo.

Confira na integra:

Lucélio ainda sonha com 2° turno diante de João Azevêdo consolidado; o que difere de antes?

As atividades em torno do prefeito Luciano Cartaxo, na manhã desta sexta-feira, abrigaram caciques e militância na Capital em evento da Prefeitura expondo o sentimento de confiança de que o candidato Lucélio Cartaxo venha a estar no segundo turno.

Era visível as manifestações dos correligionários.

O FATOR JOÃO AZEVÊDO

A Campanha sucessória na Paraíba chega à reta final expondo de forma clarividente a ascensão e crescimento gradativo mais forte do candidato do Governo, João Azevêdo.

Os números das pesquisas apontam e comprovam que houve migração e/ou transferência de votos do governador Ricardo Coutinho na margem previsível mínima de até 25%.

João Azevêdo foi além desse patamar assumindo a liderança nas intenções por vários fatores, entre os quais o desempenho próprio e pessoal como candidato num crescente desde a postulação até na postura discursiva.

De fato, ele soube incorporar a condição de candidato situacionista com melhor conhecimento da atual gestão agregando a habilidade de atrair apoios no decorrer da campanha muito além da questão perfil técnico, onde tem reconhecimento até da Oposição.

O QUE DIFERE DE 2012, 2016 E 2018?

Ricardo Coutinho construiu com João Azevêdo uma candidatura em 2018 bem diferente do que foi apoiar as candidaturas de Estela Bezerra e Cida Ramos nas disputas da Prefeitura de João Pessoa contra Luciano Cartaxo.

Na eleição de 2012, Ricardo perdeu por conta de vários fatores, entre os quais a fundamental e decisiva participação do então prefeito Luciano Agra e outros dissidentes na campanha de Cartaxo, além da força muito importante de Lula vindo a João Pessoa pessoalmente para último comício.

Diante desta conjuntura, a transferência de Ricardo não foi suficiente porque também a candidata Estela sofreu preconceitos de setores reacionários por sua defesa de questões de gênero e outros posicionamentos, além de enfrentar dois ex-governadores, José Maranhão e Cicero Lucena.

No caso de Cida Ramos, em 2016, a transferência não se deu também porque a gestão de Luciano Cartaxo soube criar imagem aprovada com alto índice freando a influência de Ricardo.

SITUAÇÃO DE 2018

A estrutura da campanha de João Azevêdo neste ano foi provida de articulação bem engendrada desde a sua escolha de assessor mais conhecedor da gestão estadual.

Além disso, a base política de apoio no Estado reunindo mais de 160 prefeituras e a estrutura partidária ampliada permitiram a ampliação de sua imagem nas dezenas de municípios.

Mas, o fator mais importante, foi e tem sido a própria performance de João Azevêdo se apresentando como político de imagem técnica moldada ao campo político melhorando seu discurso e a forma improvisada de dialogar com a sociedade e todos os segmentos.

Trocando em miúdos, sua liderança na disputa é fruto da transferência real de Ricardo mais a habilidade pessoal de Azevêdo.