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10/09/2018


Blog de WS avalia regras beneficiando atuais estruturas prevendo pouca renovação

Foto: autor desconhecido.

Eleições 2018: regras em voga projetam mudanças muito à quem do esperado, até porque a maior meta é tirar Lula

Faltando 29 dias para a votação em todos os níveis já é possivel afirmar que a pretensa renovação no Congresso Nacional e Assembléias Legislativas não deve se efetivar, ao contrário, são poucas mudanças de caras à vista.

Aliás, as regras e a atuação dos atores jurídicos se voltam com prioridade para tirar do processo eleitoral o ex-presidente Lula e construir um nome de Centro à Direita, embora só reste Jair Bolsonaro e seu mantra ultra conservador.

A grande estrutura nacional, fruto de pacto entre Congresso, Judiciário, MP sob a orquestração da midia e atores internacionais, entretanto, não conseguem impedir que o saldo de Projeto de Brasil em torno de Lula/PT resista através de Fernando Haddad.

QUEM VAI PARA 2º TURNO

É preciso ainda aguardar as pesquisas mesmo assim se faz compreensivel examinar o fenômeno Bolsonaro e a busca de ampliação de vitimização dele após atentado, dai ser necessário mensurar até onde foi o tamanho disso, da mesma forma percebe-se se consolidar a cena de pouco crescimento de Geraldo Alckmin ou Henrique Meireles – os nomes confiáveis dos conservadores.

Há uma lenta expectativa de Ciro Gomes crescer já que Marina Silva patina, mas a novidade do pedaço é a transferência de votos de Lula para Haddad podendo chegar além dos 20%. Ele será lançado na terça-feira.

Por esse contexto ninguém se assuste se Bolsonaro for para o 2º turno com Haddad.

REGRAS FAVORECEM

Levando em conta tudo o que foi aprovado, as regras juridicas e financeiras mostram que beneficiam prioritariamente aos que já são parlamentares e às principais legendas deixando os partidos nanicos e seus candidatos em fragilidade.

Por essas e outras, as mudanças serão minimas com perspectiva de Congresso conservador.

CASO PARAIBA

As 12 vagas em disputa projetam que o agrupamento ligado ao Governo/PSB/ João Azevedo faça de 5 a 6 deputados, márgem menor admitida em torno de Lucélio/PV em torno de 3 a 4 parlamentares com variação de 1 a 2 próximo de Maranhão.

Há a condição solo de Aguinaldo Ribeiro e ainda do possivel fenômeno chamado Mofi.

São poucas as surpresas, em tese, a se consolidar.

Voltaremos ao tema.

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