WS: Azevêdo não adere de imediato à reforma da Previdência; ele estuda e sintoniza com o Nordeste - WSCOM

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Política

21/02/2019


WS: Azevêdo não adere de imediato à reforma da Previdência; ele estuda e sintoniza com o Nordeste

Foto: autor desconhecido.

Em novo texto publicado nesta quarta-feira (20), o Blog de Walter Santos demonstra que o governador João Azevedo (PSB) ainda não aderiu totalmente à reforma da Previdência, que foi apresentada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional. Segundo WS, o gestor paraibano ainda deverá analisar e sintonizar o projeto de acordo com o interesse dos Estados, em especial do Nordeste.

 

Leia o texto na íntegra, a seguir:

 

Azevêdo ainda não aderiu à aprovação da reforma da Previdência; ele estuda, questiona e aguarda posição do Nordeste

O anúncio pelo Governo Bolsonaro do texto da Reforma Previdenciária com limites para aposentadorias e novas regras ainda não conseguiu a adesão imediata do governador João Azevedo que, presente na reunião dos governadores, considera indispensável a inserção dos casos estaduais e municipais em bases realistas .

As primeiras manifestações de Azevedo deixaram claro que ele não aderiu de pronto à reforma e vai esperar as novas reflexões e posições do conjunto dos governadores do Nordeste.

O governador foi incisivo ao afirmar:

– Nós voltaremos a nos reunir para, conjuntamente, apresentar uma proposta que seja, efetivamente, de interesse dos Estados e que será analisada pelo Congresso, comentou ele para adicionar:
– Essa reforma apresentada hoje atende aos interesses maiores da União, entretanto, o déficit dos Estados não foi incluído, por isso, essa análise precisará ser feita”, observou.

Conforme declarações adicionais do governador durante o dia é preciso respeitar as individualidades, ou seja, cenários distintos como o urbano e rural:

– Não se pode imaginar que um cidadão que tenha uma atuação na área urbana tenha o mesmo tipo de tratamento de um cidadão que atua na área rural; as condições de trabalho são completamente diferentes, comentou.

E expôs com clareza:

– É preciso que se faça de uma forma mais justa para não se tratar diferentes de forma igual porque aí seria injusto com alguns segmentos, completou.

SÍNTESE

Azevedo não vai embarcar na aprovação cega da reforma porque quer garantias de que as regras precisam contemplar os estados e municípios.

Vamos voltar ao tema.