Setor Cultural cobra retomada do Fundo Cultural e pagamento de saldo de 2004 - WSCOM

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Entretenimento

05/08/2005


Setor Cultural cobra retomada do

Entidades representantivas do setor cultural de João Pessoa lembraram nesta sexta-feira, data de aniversário da cidade, lembrar que se mantêm com movimento organizado reivindicando da Prefeitura a retomada do Fundo Municipal de Cultura, bem como o pagamento de saldo para alguns projetos do ano passado ainda inconclusos.

Segundo as entidades, “a criação da Lei de Incentivo à Cultura Município de João Pessoa, em 1993, foi uma conquista do movimento cultura organizado, desde a luta para sua aprovação, por unanimidade, na Câmara Municipal ao processo de implantação que culminou com a vigência do Fundo Municipal de Cultura, a partir de dezembro de 2001”.

– O financiamento à produção cultural e a gestão dos recursos passam, desde então, a obedecer a critérios públicos, com a participação democrática da sociedade civil organizada, fato inédito na história da política cultura no Estado da Paraíba – adiantou.

Para eleas, “ciente dessa responsabilidade e da necessidade de funcionamento desse importante instrumento de apoio ao desenvolvimento cultural na cidade é que nos dirigimos ao Excelentíssimo Sr. Prefeito, à Presidência da FUNJOPE e à Câmara Municipal, no sentido de encontramos alternativas para reativação do FMC, ao tempo em buscamos formas de seu aperfeiçoamento, conforme decisão da Conferência Municipal de Cultura, realizada em maio do corrente ano”.

Mediante o exposto, as entidades culturais apresentam as seguintes propostas:

1.Nomeação dos membros da Comissão Deliberativa do Fundo Municipal de Cultura, eleitos em 22 de junho do corrente ano.

2. Lançamento do Edital 2005 do FMC até a primeira quinzena de agosto próximo.

3. Pagamento do saldo devedor a projetos iniciados desde o ano de 2000, para que possam ser concluídos, dentro de uma planilha elaborada de comum acordo entre a Funjope e os proponentes desses projetos.

Retomada mais do que natural
Por Walter Santos

O movimento exposto pelo setor cultural na busca de ver retomado o Fundo de Cultura é algo que, em tese, nem deveria estar acontecendo pelo significado desse instrumento a partir da iniciativa primeira de Ricardo Coutinho quando vereador.

Ora, se antes sem poder de comando executivo e orçamerntário, era ele quem interpretava essa demanda da produção artistica e cultural, imagina-se que a agora a situação possa ser mais dinamizada.

Não é, ainda, o que tem acontecido porque as ações da área cultural e do Fundo Municipal ainda não aingiram o estágio gerado na expectativa. O argumento de Luiz Carlos de Vasconcelos é de que há vários projetos sem prestação de contas – o que explica, mas não justifica inteiramente.

Ora, caso a caso, já poderia estar com a questão resolvida até mesmo saldando os projetos que ainda não foram concluidos e precisam pois estão em andamento.

Mas, como há tempo, Ricardo bem que poderia aproveitar esse tempo de 420 anos e reafirmar para o segmento que lhe fez porta-voz a garantia de mais investimentos e de reaquecimento como nunca se viu, pois do contrário é gerar desencanto.

Só que, como o próprio Ricardo Coutinho disse ao Colunista, ontem, muitas novidades positivas estão por vir, inclusive na área cultural.

Se é assim, aguardemos para o veredicto e comentários posteriores.

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