Sete lojas autuadas e 32 notificadas durante a ‘Operação Black Friday’ pelo Procon JP - WSCOM

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Paraíba

26/11/2018


Sete lojas autuadas e 32 notificadas durante a ‘Operação Black Friday’ pelo Procon JP

O Procon-JP monitorou os preços de 340 produtos em 16 lojas da Capital durante um mês para comparação no dia da promoção.

Foto: autor desconhecido.

Saiba os números finais da ‘Operação Black Friday’, da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, registraram 32 lojas notificadas e 7 autuadas por alguma irregularidade durante o dia de promoções. O total de denúncias na sexta-feira (23) chegou a 135, através de ligações e redes sociais. O Procon-JP monitorou os preços de 340 produtos em 16 lojas da Capital durante um mês para comparação no dia da promoção.

O Serviço Atendimento ao Consumidor (SAC), tanto na sede quanto nos dois postos de atendimento do Procon-JP ainda não registrou nenhum processo administrativo, apenas dúvidas e pedidos de orientação. O secretário Helton Renê informa que o 0800 083 2015 continua a receber ligações referentes ao ‘Black Friday’. “Houve poucas ligações para o 0800 apenas no início da manhã desta segunda-feira (26), mas os problemas oriundos da promoção devem começar a chegar ao SAC do Procon-JP lá pelo meio desta semana”, disse.

Os principais motivos das autuações e notificações foram cobrança de parcela mínima no cartão de crédito, publicidade enganosa e maquiagem nos preços. “Nossos fiscais constataram que os lojistas continuam insistindo no limite de preço para a parcela mínima no cartão de crédito, o que é ilegal. Essa foi uma das irregularidades encontradas e motivo de autuação”, informou o secretário.

Engano e maquiagem – Outra irregularidade detectada nas lojas durante o Black Friday foi a diferenciação no preço exposto nos encartes de publicidade e o praticado na loja. “Também verificamos a maquiagem nos preços baseado em nosso levantamento antes do dia da promoção. Como tínhamos um parâmetro anterior de preços, ficou fácil perceber a ‘maquiagem’.

Punição – Os estabelecimentos flagradas praticando algum tipo de irregularidade vão ter 10 dias para procederem a defesa perante o Procon-JP, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que prevê sanções como multas, cujos valores podem variar entre R$ 600,00 a R$ 3 milhões, além de suspensão temporária dos serviços.

Por Assessoria