Sebrae divulga cachaça paraibana no Mercosul - WSCOM

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Economia & Negócios

23/08/2005


Sebrae divulga cachaça paraibana no

A cachaça paraibana começa a dar os primeiros passos para ganhar espaço no mercado internacional. Um grupo de seis produtores paraibanos vai participar pela primeira vez, do Salão de Alimentos e Bebidas do Mercosul – Sial MercoSur 2005, uma feira internacional que acontece em Buenos Aires, na Argentina, no período de 23 a 25 de agosto.

Capacidade de produção o setor dispõe: anualmente são produzidos entre 10 e 12 milhões de cachaça de alambique, sendo que 90% desse total é consumido no mercado interno.

A gestora do Programa de Derivados de Cana-de-Açucar do Sebrae Paraíba, Elianete Paiva, explica que por ser um produto genuinamente nacional, que tem na caipirinha o seu carro-chefe, a cachaça tem muito o que conquistar no mercado internacional.

‘A cachaça é muito conhecida no mundo todo. A paraibana possui qualidade, já que temos o que há de melhor em tecnologia de produção e destilação. Nosso primeiro passo é buscar visibilidade aos compradores/consumidores de toda a região da América Latina e de países como França, Itália e Alemanha’, garante.

Formando cooperativa– Outra novidade é que os produtores paraibanos ficarão lado-a-lado com os mineiros, que já têm tradição na produção e comercialização de cachaça. Elianete Paiva informa que serão sete cachaças ( Volúpia, Cigana, Serra Preta, Tambaba, São Paulo, Bandeira Branca e Sertaneja) que poderão ser encontradas no Pavilhão Brasil, nos três dias da Sial MercoSur 2005.

Os empresários paraibanos irão participar de rodadas de negociação já agendadas pelo Centro Internacional de Negócios da Paraíba (CIN), o que poderá gerar boas vendas.

Paralelamente a participação em feiras internacionais, o Sebrae Paraíba vem acompanhando com interesse a formação de uma cooperativa de produtores de cachaça no Estado. Elianete Paiva informa que o projeto ainda está em desenvolvimento. “A cooperativa deverá ser realidade em pouco tempo. Juntos, os empresários terão força para discutir preços e baixar custos, disputando com chances o mercado internacional”, concluiu.

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