Ronaldinho Gaúcho é nomeado embaixador contra a fome pela ONU - WSCOM

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14/08/2005


Ronaldinho Gaúcho é nomeado embaixador

O meio-campo Ronaldinho Gaúcho, do Barcelona, foi nomeado neste domingo embaixador contra a fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU, um cargo honorário que, segundo o próprio jogador, é “um dos gols mais lindos” de sua carreira.

O subdiretor executivo do PMA, John Powell, foi o encarregado de fazer a nomeação, entregando ao astro brasileiro uma “camisa solidária”.

Powell espera que o meia “vista ela com muito orgulho, como usa as do Barcelona e da seleção de seu país”.

Em sua nova condição de embaixador contra a fome, Ronaldinho Gaúcho visitará primeiro um projeto de alimentação escolar num dos bairros mais pobres de Bogotá, onde o PMA fornece ajuda alimentícia a cerca de 15.000 pessoas.

“Fico muito feliz em poder participar de um projeto como este, e estou orgulhoso de fazer parte desta nova família e ajudar da melhor forma possível”, disse o jogador, nascido num bairro humilde de Porto Alegre.

O carismático atacante, um verdadeiro herói para todas as crianças brasileiras, utilizará de sua imagem internacional para lutar contra a fome infantil, que afeta cerca de 300 milhões de meninos e meninas de todo o mundo.

Ronaldinho Gaúcho se une assim ao seleto grupo de celebridades do esporte que oferecem parte de seu tempo e sua imagem para ajudar o PMA a vencer a fome, entre eles o meia Kaká, do Milan e companheiro de Ronaldinho na seleção.

Powell disse que, para o PMA, “é um orgulho ter como embaixador o melhor jogador do mundo para lutar contra o pior problema do planeta, a fome”.

“Esperamos que Ronaldinho Gaúcho, cuja paixão e carisma fizeram com que ele se tornasse uma grande estrela e conquistasse os corações de milhões no mundo todo, nos ajude a criar consciência sobre a fome infantil, incluindo a América Latina, onde uma em cada seis crianças menores de seis anos sofre de desnutrição”, acrescentou Powell.

O PMA é a maior agência humanitária dependente da ONU no mundo, já que anualmente oferece comida a uma média de 90 milhões de pessoas de pelo menos 80 países.

No ano passado, o programa ajudou 16,6 milhões de crianças em idade escolar e pretende levar esta assistência a 50 milhões de crianças antes de 2007.

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