Ricardo diz que obra da Lagoa tem 'safadeza' e afirma: "A verdade vai sair" - WSCOM

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Política

21/09/2017


Ricardo diz que Lagoa tem 'safadeza'

COBROU CPI

Foto: autor desconhecido.

O governador Ricardo Coutinho (PSB) contestou, nesta quinta-feira (21), os números apresentados pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) referentes a obra do Parque da Lagoa. Se colocando a favor da abertura de uma CPI na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) para investigar a obra, Ricardo apontou supostas 'mentiras' em números apresentados. As declarações foram concedidas durante entrevista ao programa Correio Debate.

“O atual prefeito de João Pessoa morre de medo de investigação, de explicar essas 200 mil toneladas de lixo que ele disse que foram tiradas, isso não existe, se fosse verdade, dentro da lagoa teria a profundidade de um prédio de 17 andares, como é se já vimos uma pessoa cruzar a lagoa andando? Não tiraram nada de lixo, o lixo é a safadeza”, disse.

Ricardo desafiou o prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PSD) a orientar a sua bancada para que autorizem a investigação na Casa de Napoleão Laureano. Ele salientou que, se fosse com ele, pediria para que fossem autorizadas 'tudo que é CPI'.

“Estou desafiando, não use isso para tentar impedir a investigação da lagoa, não tem para onde correr. Pode ate demorar, mas a verdade vai sair. Estou aqui retirando a máscara, porque o atual prefeito não consegue segurar debate sobre o uso de dinheiro na Lagoa, uma obra daquela ter custado R$ 40 milhões? Uma ciclovia da Beira Rio R$ 9 milhões? Você vai ver o que isso vai dar”, alfinetou o governador.

Coutinho ainda comentou a interdição da barreira de Cabo Branco, após novo deslizamento. Segundo o governador, se trata de 'omissão' da Prefeitura Municipal.

“O motivo chamasse omissão. Para você governar tem que gostar, ter paixão e tesão. Quando você chega no Cabo Branco, ali é um cartão postal de João Pessoa. É muito feio, os caras acham natural interditar e não fazer nada, a cidade tem R$ 2 bilhões de recursos, não tem dinheiro para fazer a obra? Isso chamasse omissão e falta de ação administrativa”, concluiu o governador. 

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