Ricardo alega que MP foi para assinar convênio com CEF; para Adelino administraç - WSCOM

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Política

08/03/2006


Ricardo alega que MP foi

O prefeito Ricardo Coutinho disse que a Medida Provisória (MP) que desobriga a Prefeitura de pedir autorização da Câmara para fazer doação de terrenos, foi necessária para que fosse assinado convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF) em dezembro. O vereador Padre Adelino considerou ‘engodo’. “A administração municipal acredita que os vereadores não têm cabeça para pensar”, criticou.

Para Ricardo os vereadores deveriam perguntar as 1.500 famílias que vivem em baixo de lona se poderiam esperar que a Câmara voltasse do recesso, demorassem para aprovar o projeto e só a partir disso a Prefeitura tivesse condições de assinar com a CEF o contrato.

“É brincadeira. Pelo amor de Deus, as coisas têm limites. Se [a Câmara] estava de recesso e nós precisávamos assinar o convênio com a CEF para pegar os recursos e começar a fazer as casas como é que alguém pode criticar isso? É ser inimigo dos direitos dos sem teto”, desabafa o prefeito.

O vereador Padre Adelino (PDT), falou ao Portal durante sessão da Câmara e disse que considera um ‘engodo’ da administração municipal a justificativa de que a MP é necessária.

“É outra enrolada grande da administração municipal e não tem nada haver. Eles põem essa história da habitação popular só para tapear”, disparou.

Para Adelino a Prefeitura acha que os vereadores “não têm cabeça para pensar”. O vereador alega que é uma manobra do Governo Municipal, uma “artimanha para levar a opinião pública e dizer que a gente não quer que ele construa casas populares”, informou.

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