Repercute lançamento do Livro "Mulato Inzoneiro", de Cláudio Lopes Rodrigues - WSCOM

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Paraíba

17/06/2018


Repercute lançamento do Livro “Mulato Inzoneiro”, de Cláudio Lopes Rodrigues

Foto: autor desconhecido.

Com fotos de Carlos Eduardo Rodrigues

Ainda repercute nos meios intelectuais o lançamento do livro “O mulato inzoneiro – E outros Pretextos”, do Paraibano de Itabaiana por nascimento (1943) e pessoense , Cláudio José Lopes Rodrigues na Usina Cultural, dia 15 de junho passado.  O autor desde algumas décadas vem se dedicando à produção intelectual.

Além de textos variados (crônicas e contos), participou de coletâneas e escreveu uma série de livros. Sua produção bibliográfica iniciou-se com trabalhos acadêmicos, monográficos, a partir das dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado, ambas na Universidade de São Paulo, convertidas em seus primeiros livros, respectivamente, Profissão: Professor Secundário (Estudo Histórico-sociológico de uma Categoria Profissional), João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB (1980) e Sociedade e Universidade – Um Estudo de Caso, João Pessoa: SEC/PB(1986).

Ainda ambientados no espaço acadêmico situam-se O Filtro da Memória – De Estudante a Bacharel: O Rito de Passagem, João Pessoa: Ideia, 1995 e A Universidade em Positivo e Negativo – A memória fotográfica da UFPB, João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB, 1997 – inclinando-se o primeiro nomeadamente para o campo preferido do autor, a Memorialística.

A opção definitiva pelo gênero memorial adveio com Alienados e Subversivos. A aventura estudantil (1950-1999), João Pessoa: Ideia, 2000 e vem se consolidando com a série iniciada desde Diário não diário. 1 – O amor e o tempo (João Pessoa, Ideia, 2004) seguida por Revelações de um escritor de Província. (Diário não diário. 2); A Agridoce Vida. (Diário não diário. 3). João Pessoa, Ideia, 2008 e, agora, O Mulato Inzoneiro (e outros pretextos). (Diário não diário. 4).

O livro ora lançado funda-se no amplo tema viagens. No plano geográfico, inicia-se em estradas brasileiras no alvorecer dos anos 1970, ultrapassando, posteriormente, fronteiras nacionais por céu até então insólitos (para o autor) e mares nunca dantes navegados (pelo autor).

O Mulato Inzoneiro (e outros pretextos) em suas conclusões aborda um matiz multidimensional ou, nas palavras do crítico literário e poeta Hildeberto Barbosa Filho, constitui-se um rito de passagem (…) da matéria para o espírito, do existencial para o essencial.

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