Relatos de pacientes revelam realidade do Hospital de Trauma, ultimamente no alvo - WSCOM

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Paraíba

05/02/2019


Relatos de pacientes revelam realidade do Hospital de Trauma, ultimamente no alvo

Foto: autor desconhecido.

 A gestão do Hospital de Emergência e Trauma Humberto Lucena, em João Pessoa, tem sido elogiada por pacientes pela qualidade do atendimento na unidade, que oferece 26 especialidades e em 2018 realizou mais de 80 mil atendimentos, cobrindo uma área de 64 municípios.

“Minha preocupação é só por ela tá num hospital, a gente sempre fica preocupado, né? Mas tenho certeza que ela tá sendo bem cuidada e isso dá um certo conforto. Conversei ontem com o médico dela e ele foi muito bacana, explicou tudo bem direitinho”, conta o comerciante Joelson de Sousa da Silva, que está acompanhando sua esposa desde o último sábado (2) no Hospital de Trauma de João Pessoa, após ela ter apresentado um sangramento intestinal fruto de uma úlcera.

Internada na ala laranja do hospital, ela não pode ter acompanhantes mas, mesmo assim, seu marido faz questão de passar dia e noite na recepção do Trauma, apenas para garantir que ela se sinta segura. “Pra mim também é melhor tá aqui que tá em casa. Me sinto mais seguro. Sou muito ansioso, aqui pelo menos pergunto a um, a outro, me dizem que ela tá lá dentro, falante, sendo bem atendida”, diz Joelson.

Não é só ele que tem boas referências sobre o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, popularmente chamado de ‘Trauma de João Pessoa’. Em poucos minutos à frente do hospital é possível constatar a satisfação dos pacientes e seus acompanhantes com os serviços prestados.

Elijanio Santos, de Santa Rita, também teve uma boa experiência: após a moto cair em cima dele, na frente da sua casa, na noite desta segunda-feira (4), ele tentou ir trabalhar na manhã desta terça, mas não aguentou por conta das dores. Resolveu ir ao Trauma e, em duas horas, foi atendido e liberado. Esse não é o mesmo  serviço que ele encontrou 12 anos atrás. “Em 2006 eu tive que ficar rodando de hospital em hospital. Hoje tá mais organizado, antes era bagunçado”, pontua.

Já Gilberto Rangel, vindo de Bayeux, sofreu uma queda que acarretou na fratura do fêmur. Após ter procurado o Trauminha, gerido pela Prefeitura de João Pessoa, foi encaminhado para o Trauma  e, na véspera de Natal, foi presenteado com a realização da cirurgia. “Depois de uma semana do acidente, fiz a cirurgia. Foi rápido, porque tinha a placa, tinha o material que era necessário. O atendimento foi ótimo”, lembra.

Por Redação com Paraíba Já