Polícia acredita que funcionário público morto no Bessa foi vitima de latrocínio - WSCOM

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Policial

06/08/2005


Polícia acredita que funcionário público

O delegado Lean Matheus, da 10ª Delegacia Distrital de Tambaú, acredita que o assassinato do religioso João Maria da Silva, 40 anos, que coordenava um programa de adolescente da Prefeitura Municipal de João Pessoa, foi latrocínio (assalto seguido de morte). O frade João Maria, inicialmente foi identificado pela Polícia, como sendo vigilante da Prefeitura da Capital, foi morto a tiros na noite da última quarta-feira, no interior do seu apartamento tipo quitinete na rua Segismundo Guedes Pereira Neto, no bairro do Bessa.

O frade foi assassinado por três homens, que para o delegado eram seus conhecidos. Os acusados foram vistos fugindo correndo do prédio por uma testemunha, cujo nome esta sendo mantido em sigilo pela autoridade policial, inclusive foi esta testemunha que avisou a Polícia sobre o assassinato. Os desconhecidos roubaram dinheiro e objetos da vítima, um desses objetos, um aparelho DVD.

O perito criminal Tarcísio Gaspar, que fez o levantamento pericial do local do crime, constatou que pelas manchas de sangue nas paredes e também pelos ferimentos no antebraço esquerdo e na mão direita, são conhecidos pela medica legal como “ferimentos de defesa”, e antes de ser morto o frade João Maria, travou luta corporal com os criminosos, até que foi atingido com um tiro no tórax, que provocou a sua morte. O religioso João Maria, não morreu dentro do quitinete, mas do lado de fora do prédio, pois mesmo ferido gravemente teve força ainda para caminhar a fim de pedir socorros, mas acabou caindo a porta.

A testemunha que avisou a Polícia sobre o crime, disse ao capitão Jonathan Gomes Fortes, que escutou tiros e ao olhar na direção de onde dos estampidos viu três homens saírem correndo do quitinete da vítima. Para a Polícia, os criminosos eram conhecidos do frade João Maria, que era natural de Macau, no vizinho Estado do Rio Grande do Norte, para onde o cadáver foi levado para ser sepultado, depois de ter sido necropsiado pela médica legista Verônica Menezes, do Departamento de Medicina Legal.

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