Pedro rebate Ricardo e diz que não tem obrigação de defender governo Temer - WSCOM

menu

26/05/2018


Pedro rebate Ricardo e diz que não tem obrigação de defender governo Temer

Pedro explicou que a aprovação da medida permitiu a importação de bens para exploração de petróleo no Brasil.

Foto: autor desconhecido.

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) utilizou suas redes sociais para rebater o governador Ricardo Coutinho (PSB) e esclarecer que não tem obrigação de fazer a defesa do Governo Temer. Ele lembrou que votou favorável às duas denúncias contra o atual presidente. O parlamentar afirmou ainda que as críticas do socialista ao seu voto na Medida Provisória 795 devem ser por puro desconhecimento ou má fé. A MP estabeleceu ações de incentivo à exploração do petróleo no Brasil.

Pedro explicou que a aprovação da medida permitiu a importação de bens para exploração de petróleo no Brasil. Com isso, atraiu mais investimentos para o país, retirando custo da burocracia para um regime fiscal já em aplicação. “Essa medida não tem nada a ver com esse preço do combustível, pelo contrário trouxe investimento e carrega a minha visão de mundo: menos impostos, menos Estado, menos burocracia, maior competitividade e mais investimentos”, explicou.

E completou: “Infelizmente muitos defendem a política do quanto pior, melhor, para aumentar o espetáculo político. Eu defendo menos impostos, defendo menos Estado, e menos burocracia no Brasil. Não existe essa história da ‘MP do trilhão’, como querem espalhar, apenas a serviço de uma mania de transformar tudo em disputa política, contando que o importante seja chamar atenção e causar mais confusão”, disse Pedro.

Posicionamento – O deputado destacou que votou no que acredita e reafirmou que não defende o governo do presidente Michel Temer, inclusive chegou a votar pelo recebimento das duas denúncias contra ele na Câmara dos Deputados.

“Não tenho obrigação nenhuma de defender esse governo. Votei contra Temer nas duas denúncias. Aliás, votei e me posicionei favorável às investigações sobre todos que foram citados na operação Lava-Jato e em outros processos sobre corrupção. Não usei de subterfúgio para proteger ninguém, quer fosse do meu partido ou de algum grupo político aliado. Diferente de outros que defendem a aplicação da lei apenas para os seus adversários”, comentou.

Para o deputado, apesar desse posicionamento, não vai entrar na oposição do quanto pior, melhor. “Temos que olhar para o futuro e trabalhar para reduzir os impostos, reduzir os gastos com a máquina do Estado e com a burocracia. Só assim o Brasil terá uma maior competitividade. Falta muito essa visão no nosso País”, afirmou o deputado.