Oposição levanta hipótese de Lauremília ter gerado inelegibilidade de Cícero; vi - WSCOM

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Política

20/06/2006


Oposição levanta hipótese de Lauremília

EXCLUSIVO – Advogados e juizes eleitorais foram acionados no decorrer do dia de hoje para explicar se havia procedência de rumores, de que a vice-governadora Lauremilia Lucena teria gerado a inelegibilidade do seu marido, Cícero, na disputa do Senado. No final da tarde, ela enviou documento ao WSCOM Online mostrando que a Ordem de Serviço fora assinada pelo governador Cássio Cunha Lima – e não por ela, como anunciado.

No telefone e posteriormente no documento, ela explicou que há sua assinatura no documento, mas como testemunha – condição essa que entende “não representar a formalização do ato de serviço em Pombal porque o documento principal com autorização expressa leva a assinatura do governador Cássio”.

De acordo com a vice-governadora, “tenho sido instruída por assessores jurídicos para não proceder em casos que possam afetar a elegibilidade de Cícero, tanto que em todos os meus atos ultimamente tenho me restringido à condição apenas de vice-governadora”.

O advogado Walter Agra acrescentou mais adiante, também por telefone, que “a oposição insiste em criar fatos inexistentes temendo que no voto vá conviver com a opção popular em favor do nome do ex-prefeito Cícero Lucena”.

O caso – A polêmica foi gerada em entrevista na Rádio CBN, de João Pessoa, quando a jornalista Alexandra Torres indagou ao advogado Edisio Souto se poderia ter havido ato de inelegibilidade com a assinatura de Ordem de Serviço pela vice-governadora Lauremilia Lucena em tempo proibido por lei.

Ela se referia exatamente ao fato da vice-governadora ter ido a Pombal representar o governador em solenidade para inicio das obras de esgotamento sanitário na cidade.

– Estive lá com o presidente da Cagepa, Edivan Leite, mas a Ordem de Serviço estava assinada pelo governador Cássio cabendo a mim apenas assinar como testemunha – assegurou.

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