Luiz Couto aponta vice governadoria de Maranhão para PT e descarta senadoria - WSCOM

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Política

01/06/2006


Luiz Couto aponta vice governadoria

O deputado federal Luiz Couto (PT) disse ao Portal WSCOM Online que o PT deve tentar mesmo a vice governadoria do senador José Maranhão. Na manhã desta quinta, 01, o deputado Frei Anastácio confirmou a disposição do partido em participar da chapa majoritária do PMDB, mas se mostrou reticente em querer revelar para que lado vai o PT, se para o senado ou a vice governadoria.

Já Couto descartou de imediato a senadoria: “não há possibilidade de uma suplência na senadoria”, revelou, deixando claro que o PMDB não abre mão de lançar Ney Suassuna.

Couto falou ainda que o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, deverá mesmo entrar em contato com os senadores José Maranhão e Ney Suassuna para adiantar as conversas. Só depois dessa conversa, da direção com o PMDB, o PT deverá mandar um membro da nacional para conversar com o PT estadual.

Sobre a candidatura de José Neto, Anastácio deixou claro que a candidatura ajudou a fazer o debate. “Ele cumpre um papel importantíssimo dentro do partido”, explica. Dando a entender que é provável que a pré-candidatura deva ser mantida até o último momento, para que o ‘debate’ continue.

Anastácio mostrou-se contente com o desenrolar dos acontecimentos, mas se esquivou em responder as perguntas de forma objetiva. Disse apenas que as três rodadas de negociação com PMDB levaram as recentes revelações.

Segundo o Couto, o PMDB está fazendo consultas para saber quais os nomes de força estão sendo apresentados pelos partidos que pretendem a coligação. Há boatos internos dentro do PT sinalizando os nomes de Luiz Couto e Frei Anastácio para a vice governadoria.

Já sobre a proporcional, o petista informou que existem restrições. “Nossos candidatos para estadual teriam prejuízo”, explica.

Couto disse ainda que dois partidos teriam buscado o PT para fazer uma coligação: PRB, de Fausto Oliveira e o PSL, de Tião Gomes, “mas isso ainda está em conversação”, garante.

“Precisamos ter informações mais seguras para que no encontro estadual do dia 17 possamos ter os elementos para votar a coligação e a política de aliança”, completa Couto.

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