TJPB: Juíza-corregedora Silmary Queiroga é confirmada para permanecer no cargo no biênio 2019/2020 - WSCOM

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Justiça

05/12/2018


TJPB: Juíza-corregedora Silmary Queiroga é confirmada para permanecer no cargo no biênio 2019/2020

Foto: autor desconhecido.

A juíza-corregedora Silmary Alves de Queiroga Vita, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande, teve o nome confirmado para ser reconduzida ao cargo e fará parte da equipe da Corregedoria-Geral de Justiça no biênio 2019/2020. Ela foi indicada pelo corregedor-geral de Justiça eleito, desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, que destacou a experiência e competência da magistrada, ao justificar a sua recondução.

A nova Mesa Diretora do Tribunal de Justiça da Paraíba será empossada no dia 1º de fevereiro de 2019, para cumprir um mandato de dois anos, tendo como presidente eleito o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, o desembargador Arnóbio Alves Teodósio (vice-presidente) e o desembargador Romero Marcelo escolhido para a Corregedoria.

O desembargador-corregedor afirmou que os critérios observados por ele para a escolha de Silmary Queiroga foi o trabalho por ela desenvolvido no Órgão Correicional. “A magistrada desempenhou o seu mister com habilidade, eficiência e competência. Ela é uma juíza experiente e, como nós estamos falando em continuidade, não poderíamos deixá-la de fora da gestão”, observou Romero Marcelo. Silmary Alves de Queiroga Vita disse ter ficado lisonjeada com o convite para continuar exercendo o cargo de juíza-corregedora. “Verifico que a responsabilidade aumenta, pois muitas dificuldades das unidades judiciárias já estão identificadas e o desafio, agora, é tentar contribuir para que sejam superadas e o Poder Judiciário possa oferecer uma melhor prestação jurisdicional, essa é a nossa missão”, afirmou.

Segundo a magistrada, durante a nova gestão, a equipe terá o desafio de administrar em uma difícil situação financeira. “Essa condição torna indispensável a busca de uma melhor rotina de trabalho aos servidores e magistrados, na condução de uma maior produtividade com os mesmos recursos humanos disponíveis, o que pressupõe gestão e capacitação de todos os envolvidos nas atividades jurisdicionais”, ressaltou.

 


Por Redação com Assessoria do TJPB