Irmã de Neymar enfrenta processo por falsidade ideológica - WSCOM

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Entretenimento

16/10/2018


Irmã de Neymar enfrenta processo por falsidade ideológica

Foto: autor desconhecido.

Rafaella Santos, 22, irmã do jogador Neymar, enfrenta ação judicial por suspeita de fraudar o processo de emissão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A irmã do craque do PSG (Paris Saint-Germain) teria solicitado a permissão para dirigir em Hortolândia, (a 109 km de São Paulo).

De acordo com o jornal O Dia, Rafaella é suspeita de falsidade ideológica por fornecer seus dados pessoais a uma funcionária do Detran da cidade para emissão da CNH, sem fazer a prova prática e teórica.

Para obtenção da primeira habilitação, segundo o Detran, o candidato deve realizar obrigatoriamente os seguintes exames: avaliação psicológica, exame de aptidão física e mental, exame teórico e prático de direção veicular.

Segundo o jornal carioca, Rafaella não teria feito esse passo a passo.O processo é de 2015 e corre em segredo de Justiça. A denúncia originou outra ação, que tramita desde julho deste ano, no Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) afirmou que existe uma decisão que determina que Rafaella peça autorização da Justiça sempre que viajar.

De acordo com a publicação do jornal O Dia, a irmã do jogador tem que solicitar a autorização caso fique fora de seu domicílio por um período superior a oito dias. Ela também precisa se apresentar periodicamente para informar as suas atividades.

A irmã de Neymar é conhecida por passar longos períodos fora do país, especialmente, em Paris onde vive o jogador. Neste domingo (15), ela publicou foto em frente à Torre Eiffel, com uma taça de vinho.

O advogado Davi de Paiva Costa Tangerino, que aparece com um dos representantes de Rafaella no processo, disse que não representa mais a jovem, mas afirmou que entrou em contato com a família, que disse que não vai se manifestar sobre o caso.A outra representante seria Silvia Helena Cavalcante de Almeida, do escritório  Trench, Rossi e Watanabe.

Procurada, a advogada não foi encontrada para comentar sobre o assunto até a publicação deste texto. Com informações da Folhapress.