Intelectuais choram a morte do teatrólogo e jornalista Raimundo Nonato Batista - WSCOM

menu

Política

09/08/2005


Intelectuais choram a morte do

Produtores e intelectuais da Paraiba lamentaram nesta terça-feira a morte do teatrólogo e jornalista Raimundo Nonato Batista, 75 anos, sepultado em João Pessoa. “Precisamos cultuar a imagem desse grande líder da Cultura contemporânea paraibana”- afirmou o multimidia Carlos Aranha. O jornalista Walter Santos lembrou a influência de Nonato mesmo quando dos tempos da Ditadura defendendo os artistas.

Carlos Aranha comentou que os setores culturais precisam manter a chama de produzir um movimento para preservar a memória de Raimundo Nonato Bandeira.

Ele lembrou os momentos áureos em que Raimundo se confrontou com o Poder Executivo, quando diretor geral de Cultura, em plena Ditadura, defendendo os artistas contra a tentativa de tirá-los de projetos, como a Araponga.

– Raimundo foi ao governador Wilson Braga e disse que deixava o governo se Pedro Osmar fosse impedido de participar do Araponga – frisou.

Notícias relacionadas