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Política

21/11/2018


Governadores do Nordeste, atuais e eleitos, definem pauta de prioridades para o governo Bolsonaro

Na pauta os governadores fizeram uma listar as principais ações para ajudar aos gestores da região Nordeste, junto ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Foto: autor desconhecido.

Por Walter Santos

Em reunião mantida em Brasília, no final da manhã desta quarta-feira (21), os governadores do Nordeste, atuais e eleitos, incluindo o governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), estiveram reunidos para definir uma pauta conjunta a ser negociada com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). No documento (veja abaixo) os gestores elaboraram uma lista das principais ações que reivindicarão ao próximo gestor federal com o intuito de ajudar os nove estados nordestinos.

 

Desta reunião foi feita uma carta todos os pontos apontados pelos gestores, com pedido como a retomada de obras federais na região, aceleração do Pacto Nacional pela Segurança Pública, além de demonstrar a preocupação com a saída de médicos cubanos do programa “Mais Médicos”, entre outros temas.


Estiveram presentes os governadores Camilo Santana (PT-CE), Paulo Câmara (PSB-PE), Wellington Dias (PT-PI), Rui Costa (PT-BA), Belivaldo Chagas (PSD-SE) e Flávio Dino (PCdoB-MA), o vice-governador Luciano Barbosa (MDB-AL), os eleitos João Azevêdo (PSB-PB) e Fátima Bezerra (PT-RN), além da vice-governadora eleita de Pernambuco, Luciana Santos (PCdoB).


Pautas em tramitação no Congresso

Na oportunidade, os governadores do Nordeste estiveram reunidos com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), para debater propostas em tramitação no Congresso Nacional.


Ao sair do encontro, Eunício disse que foram debatidas três propostas: a partilha da cessão onerosa com estados e municípios, a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e a securitização das dívidas.


O projeto da cessão onerosa, que autoriza a Petrobras a vender para a iniciativa privada sua parte na exploração do pré-sal, está na pauta do Senado. Já a possibilidade de União, estados e municípios venderem seus créditos, a chamada securitização, está na Câmara.


Confira a carta: