Governador quer unidade suprapartidária para concretizar ações com Tartaristão - WSCOM

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Política

28/05/2008


Governador quer unidade suprapartidária

“Precisamos de unidade suprapartidária para ter êxito nessa iniciativa”. Assim, o governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, abriu a entrevista coletiva, no início da tarde desta quarta-feira, 28, para revelar os contatos feitos durante a sua viagem á Ásia. No entanto, Cássio não revelou se pretende acionar, de imediato, a bancada federal, em Brasília, para acompanhá-lo numa audiência com o presidente Lula.

Segundo o governador há possibilidade do Estado ganhar uma refinaria de petróleo pesado, sediar um centro de manutenção de helicóptero e manter acordo de cooperação com a universidade do Tartaristão, mas para que esses investimentos se configurem em fatos, será preciso o empenho de toda a classe política paraibana.

E para correr atrás desses projetos, o governador já tem agendada uma audiência com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no próximo dia 12 de junho. “Será nessa oportunidade em que irei pedir o apoio do presidente Lula na consolidação desses projetos. Sabemos que não será uma coisa fácil, mas com certeza estamos correndo para trazer para a Paraíba investimentos estrututurante”, afirmou.

Cássio disse ainda que o Brasil deve um investimento estruturante á Paraíba e que a partir dessa iniciativa de manter contatos com os russos assegura para o Estado o compromisso de fechar negócio nas três áreas.

Para ele, o primeiro fruto deverá ocorrer com o acordo de cooperação científica no ramo da química, onde o Kasan possui estudos e tecnologia de ponta. “Em novembro o reitor da universidade do Tartaristão estará visitando a Paraíba para fazer contatos com os reitores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), das federais de João Pessoa (UFPB)e de Campina Grande (UFCG)”, afirmou.

Para os outros projetos, o governador disse que lançou uma semente e que os frutos podem vir a médio e longo prazo. Ele usou o exemplo do Porto de Suape e a refinaria de petróleo em Pernambuco como iniciativas que foram tomada há cerca de 40 anos e que só agora começam a frutificar.

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