Gilvan Freire rebate criticas de Maranhão a Cássio na WSCOM e diz que senador é - WSCOM

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Política

13/08/2005


Gilvan Freire rebate criticas de

O líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Gilvan Freire disse que o senador José Maranhão é “caolho. Ele não vê os acertos do governo de Cássio e os desacertos do governo dele”. Na opinião de Gilvan, o senador José Maranhão faz melhor negócio quando fica calado, “recolhido ao seu ostracismo”.

Segundo o deputado, “Maranhão julga o governo dos outros pelo dele, que vendia ilusões fabricando resultados em laboratório, ou melhor dizendo, em estúdios de agências publicitárias como fez ao montar a farsa da várzea de Sousa para mostrar aos paraibanos uma produção agrícola que nunca existiu”, diz Gilvan, numa dura reação ao comentário feito pelo senador ao WSCOM Online de que o governo Cássio só existe na mídia.

E ainda acrescentou: “Se Maranhão quiser comparar mesmo os governos nós vamos ficar muito felizes, porque vamos poder mostrar que em apenas quatro anos esse governo terá feito mais do que ele fez em oito. Só que o momento dessa comparação ainda não chegou, ela vai se dá na campanha para as eleições de 2006 e pelo que me consta o processo eleitoral não começou ainda”, avalia Gilvan.

O líder do governo disse ainda que “enquanto Zé Maranhão provoca Cássio puxando esse debate, o governador trabalha, coisa que aliás ele deveria estar fazendo também, uma vez que foi eleito para representar a Paraíba no Senado Federal, entretanto, não é o que os paraibanos estão vendo”.

“Mesmo nesse momento em que todos os parlamentares estão envolvidos de alguma forma com os trabalhos das CPIs ou pelo menos acompanhando o desenrolar dos fatos de perto e contribuindo de alguma forma para ver a estabilidade de volta ao país, o senador continua ausente, ou algum paraibano já viu Maranhão participando de alguma comissão, fazendo alguma pergunta aos depoentes ou algum discurso na tribuna, pelo menos nesse período em que todo o Brasil parou diante da TV para ver os depoimentos nas CPIs?”, pergunta com ironia o líder do governo.

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