Furacão Wilma ganha força e vai à categoria cinco - WSCOM

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Internacional

19/10/2005


Furacão Wilma ganha força e

O furacão Wilma, o 12º desta temporada a ameaçar o Caribe e a costa da Flórida, nos Estados Unidos, ganhou força e foi classificado como tempestade de categoria cinco.

Ventos de 240 quilômetros por hora estão ameaçando Cuba, México, Ilhas Cayman, onde foram divulgados avisos nas áreas da costa. Honduras e Nicarágua também divulgaram alertas de tempestades tropicais.

“Não vamos esperar que a tempestade nos alcance”, disse o chefe da comissão de emergências de Honduras, Luis Gomez.

Meteorologistas afirmam que o furacão Wilma representa uma “ameaça” à Flórida, que deve ser atingida por seus ventos neste final de semana.

Jamaica – Na Jamaica, o furacão Wilma causou uma morte depois que a chuva pesada inundou várias comunidades localizadas em terrenos mais baixos, além de ter bloqueado estradas e forçado 100 pessoas a irem para abrigos, segundo as autoridades locais.

Depois de passar a 640 quilômetros ao sudeste de Cozumel, no México, o Wilma agora se move na direção oeste-noroeste.

O último ano em que foram registrados 12 furacões em uma única temporada, desde o início dos registros meteorológicos, foi 1969.

Evacuação – Áreas vulneráveis da Flórida estão se preparando para a evacuação de seus moradores. Outros habitantes da região já começaram a comprar suprimentos de emergência.

“As pessoas aprenderam a lição e agora sabem se preparar. Não estamos esperando até o último minuto”, disse Andrea Yerger, moradora de Port Charlotte, à agência de notícias Associated Press.

Yerger foi entrevistada enquanto comprava material para proteger sua casa, que já havia sofrido danos devido à passagem do furacão Charley, em 2004.

O furacão Wilma também gerou temores quanto à produção de petróleo no Golfo do México.

As áreas ameaçadas pelo novo furacão ainda estão se recuperando da destruição causada pelos furacões Katrina e Rita.

Cerca de 1,2 mil pessoas foram mortas nos Estados Unidos pelo Katrina, em agoto, e centenas morreram no México e América Central, quando o furacão Stan atingiu estas áreas no começo de outubro.

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