Fluminense fecha com Renato Gaúcho que tem missão de livar o time do rebaixament - WSCOM

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20/07/2009


Fluminense fecha com Renato Gaúcho

A diretoria do Fluminense acertou a contratação do técnico Renato Gaúcho na tarde desta segunda-feira. Ele entra no lugar de Vinicius Eutrópio, que havia ocupado a vaga de Carlos Alberto Parreira. Antes, o clube tentou Muricy Ramalho, mas não chegou ao acerto financeiro com o ex-comandante do São Paulo. A apresentação de Renato será nesta terça-feira, no CFZ, após o treino, que está marcado para 15h. A última passagem no treinador no Flu terminou em agosto de 2008.

Renato Gaúcho, campeão da Copa do Brasil 2007 e vice da Libertadores 2008 com o Flu, esteve reunido com a cúpula tricolor na tarde desta segunda para acertar seu retorno. Roberto Horcades, presidente do clube, Tote Menezes, vice de futebol, Alexandre Faria, coordenador, e Celso Barros, presidente do patrocinador, além do novo comandante estiveram presentes no encontro.

Será a quinta passagem de Renato Gaúcho no comando do Fluminense. Ainda como jogador, em 1996, ele assumiu a missão de comandar a equipe na luta contra o rebaixamento para a Série B e não foi feliz. Na ocasião, inclusive, o treinador prometeu andar pelado pela orla carioca e escapou do mico usando a virada de mesa que manteve a equipe na elite como justificativa.

Em 2002, a passagem foi mais feliz. Renato Gaúcho levou o Fluminense às semifinais do Brasileirão, com um time que tinha Romário no elenco, e caiu diante do Corinthians. O treinador foi demitido em julho do ano seguinte, mas retornou três meses depois e salvou o clube da zona de rebaixamento no campeonato nacional.

A quarta passagem foi a mais bem sucedida e polêmica. Campeão da Copa do Brasil de 2007, o treinador comandou o Tricolor na histórica campanha da Taça Libertadores de 2008. O Flu protagonizou jogos memoráveis contra São Paulo e Boca Juniors até perder a decisão para a LDU, do Equador, nos pênaltis, em pleno Maracanã.

Na semana anterior ao revés, ele se mostrou tranquilo quanto ao baixo rendimento no Brasileirão, a equipe estava na zona de rebaixamento, e chegou a afirmar que, com o título continental, iria brincar na competição. A Libertadores não veio e a “brincadeira” resultou na última posição na tabela e na demissão do profissional.
 

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