Farol Digital reúne empresas e instituições para desenvolver Tecnologia da Infor - WSCOM

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Paraíba

27/08/2005


Farol Digital reúne empresas e

Empresários e representantes de diversas empresas de João Pessoa, Campina Grande e Patos estiveram no Sebrae nesta sexta-feira, participando do I Workshop das Empresas Participantes do Projeto Farol Digital. O objetivo do evento é fortalecer a interação e o fortalecimento do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações nas três cidades.

Segundo a consultora do projeto no Sebrae, Ivani Costa, a idéia básica é começar a integrar essas empresas, para que uma possa ser parceira da outra. “Juntando quem faz, quem compra quem vende, de modo a que elas possam se conhecer e se tornar parceiras”, disse.A WSCOM Mídia & Artes foi uma das empresas presentes no evento, representada pelo diretor administrativo, jornalista Walter Santos, e pelo gerente de marketing e tecnologia, Sinésios Amain Júnior.

Ivani acrescentou que em João Pessoa há mais de 140 empresas na área de Tecnologia da Informação; em Patos, mais de 20 empresas e em Campina Grande, mais de 90. “O setor é forte, gera riqueza, gera conhecimento no Estado. O Farol Digital veio para suprir a necessidade dessas empresas em se organizar com as instituições que podem elevar o nível tecnológico”, explicou.

As empresas que se tornam integrantes do projeto Farol terão a participação em várias ações, que vão desde a capacitação, consultoria, a participação em feiras e eventos nacionais e internacionais e a criação de lugares estratégicos para comercialização. São ao todo 15 ações que movem o projeto, e cada parceiro é responsável por uma ação.

“As empresas ganham em conhecimentos, ampliam o mercado e se organizam. Elas têm que participar das ações. Não se pode querer aumento de faturamento sem participar das ações propostas”, concluiu.

O que falta para deslanchar
Por Walter SantosOs movimentos criados pelo “Farol Digital” demonstram caminho correto e perspectiva de crescimento do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação na Paraíba, a partir de três grandes bases – Campina Grande, João Pessoa e Patos.

A relação a partir de Campina tem a ver com seu fluxo, história e reconhecimento dentro e fora do Estado, daí sua liderançca processual.

Dito isso, não dá para ignorar que há alguma coisa errada para a não adesão firme e intensa da UFPB e Prefeitura de João Pessoa nesse processo de articulação vital para o desenvolvimento da ciência e tecnologia em João Pessoa e na Paraiba como um todo.

Tudo bem que vão argumentar – ah tinha fulano representando a Universidade, sicrano a Prefeitura – isso é verdadeiro mas não encobre uma cortina de fumaça mal resolvida entre atores fundamentais nessa articulação.

Ora, se se fala em redimensionamento do setor na Capital – que existe mas vive escondida sem acesso da sociedade – a UFPB precisa ser ponta da mesma forma que a Prefeitura quem sabe gerando condições de atrair empresas para transformar o Centro Histórico em Polo Digital.

Por essas e outras defendi – e defendo ainda – que se desarme-se os “espíritos” e se construa relações de confiança segura entre as instituições porque do contrário o ” Farol Digital” não chegará ao lugar desejado.

Tem mais: a UFPB e a PMJP precisam sair do casulo, ousar, participar, propor e chamar a sociedade organizada para estar junto, e não, como muito dizer na imprensa que apoia da boca pra fora.

Por fim, acho que João Pessoa precisa criar instâncias de representação de classe para sacudir e harmonizar os interesses do setor em sintonia com que o Campina e Patos desenvolvem.

Nada de reboque, todos são iguais neste processo.

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