Em operação conjunta, polícias prendem homem suspeito de estuprar adolescente, em Santa Rita - WSCOM

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Policial

07/05/2019


Em operação conjunta, polícias prendem homem suspeito de estuprar adolescente, em Santa Rita

Segundo a delegada Paula Monalisa, titular da Delegacia da Mulher de Santa Rita, o homem foi preso através de denúncias.

Imagem reprodução

A Polícia Civil da Paraíba, em operação conjunta com a Polícia Militar e o Ministério Público da Paraíba, prendeu na manhã desta terça-feira (07) um homem acusado de estuprar uma menor de idade há pelo menos três anos. O caso aconteceu em Santa Rita, Região Metropolitana de João Pessoa, e está sendo investigado pela Delegacia da Mulher da cidade.

 

Segundo a delegada Paula Monalisa, titular da Delegacia da Mulher de Santa Rita, o homem foi preso através de denúncias. “O Inquérito foi instaurado há cerca de um ano após a denúncia e durante as investigações constatamos que esse homem vinha abusando da menor há cerca de três anos. Pedimos a prisão preventiva do suspeito, que foi expedida pela 5ª Vara de Santa Rita com base no Inquérito que tramita na Deam”, destacou.

 

De acordo com o 6º promotor de Justiça de Santa Rita, Romualdo Tadeu de Araújo Dias, a prisão preventiva do acusado cumpre os requisitos de uma medida excepcional para garantir a ordem pública e a conveniência da instrução criminal.

Prisão

O mandado de prisão foi cumpridos na residência do investigado, na cidade de Santa Rita. O objeto agora é qualificar e interrogar o suspeito e angariar mais provas que robusteçam as evidências do crime já colecionadas no inquérito policial. Além de materializar o crime contra a liberdade sexual, a operação também teve como finalidade identificar outros atos criminosos da mesma natureza ou de outros tipos, que poderão surgir com a análise do material coletado com a busca e apreensão.

 

Crime

O suspeito poderá responder por crime contra a liberdade sexual previsto no artigo 231, § 1º c/c artigo 71 do Código Penal (crime de estupro contra menor de 18 anos em continuidade delitiva), que pode chegar a uma pena de 12 anos de reclusão, acrescida de um sexto a dois terços em razão de crime continuado, já que foi cometido por cerca de três anos, segundo apontam as investigações.