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Futebol

13/02/2019


Em júri popular, torcedores da Ponte são condenados por morte de bugrino

Anderson Ferreira foi assassinado em 2012, após um dérbi nas categorias de base.

Imagem reprodução

Carlos Daniel Sampaio e Bruno Barros foram condenados na última quarta-feira pela morte de Anderson Ferreira, torcedor do Guarani assassinado em 2012 após uma briga entre torcedores em uma rodada dupla de dérbis das categorias de base dos clubes. Julgados em júri popular, no Fórum de Campinas, os dois são os últimos dos sete torcedores da Ponte Preta indiciados pelo crime.

 

Assim como os outros cinco torcedores alvinegros envolvidos no caso, Bruno e Daniel foram condenados a 19 de anos de prisão em regime fechado. Quatro deles estão foragidos. O juiz responsável é José Henrique Rodrigues Torres, da 1ª Vara do Júri de Campinas.

 

O CASO
A briga entre pontepretanos e bugrinos aconteceu após jogos do Sub 15 e do Sub 17 das equipes de Campinas. Depois da vitória alvinegra por 2 a 1 em um dos duelos, alguns torcedores da Macaca retornaram para o Majestoso sob escolta; outros, porém, retornaram ao Brinco, o que iniciou a confusão.

 

Anderson Ferreira acabou atingido por pedradas e barra de ferro e teve traumatismo craniano e torácico. Morreu três dias depois no Hospital Mário Gatti, mas morreu três dias depois. Oito pontepretanos, incluindo um adolescente, foram presos por envolvimento no caso.

 

Rodrigo de Aguiar Lopes, Jefferson Nery da Silva, Paulo Henrique de Souza Pires Sigoli, Valdir Bajano Junior e Anderson Ricardo da Silva receberam condenação de 19 anos de prisão em regime fechado, mas recorrem da decisão em liberdade.

 

Com informações FI