Em congresso da Fifa, Infantino insiste em Copa de 2022 com 48 países - WSCOM

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Futebol

18/01/2019


Em congresso da Fifa, Infantino insiste em Copa de 2022 com 48 países

"A maioria das federações (nacionais) deseja que isso aconteça", disse o presidente da entidade

@DR

presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino, não desiste. Nesta quinta-feira, no encerramento da Assembleia Geral da entidade, realizada nos últimos três dias em Marrakesh, no Marrocos, o dirigente voltou a falar da possibilidade da Copa do Mundo de 2022, no Catar, ter o número de seleções aumentado de 32 para 48. Para ele, ainda existe a possibilidade de alguns jogos serem disputados em países que fazem fronteira com os catarianos.

“Pensamos que ampliar para 48 o número de participantes no Mundial de 2026 é uma boa decisão e estudamos a possibilidade de fazer o mesmo já a partir de 2022. Os catarianos se mostram abertos a esse ideia de estudar esta questão”, afirmou Infantino em uma entrevista coletiva de imprensa em Marrakesh, considerada a “capital turística” do Marrocos.

 

“A maioria das federações (nacionais) deseja que isso aconteça. Mas é preciso ver se isso é possível desde o ponto de vista organizacional. Claro que seria difícil organizar um Mundial de 48 países somente no Catar. A ideia seria jogar algumas partidas em países limítrofes”, insistiu o presidente da Fifa.

 

Um problema para a ideia de Infantino é que atualmente o Catar está com problemas diplomáticos com seus vizinhos, especialmente a Arábia Saudita. “Conhecemos a situação do Golfo (Pérsico). Estamos no futebol e não na política. Vamos ver o que conseguiremos fazer”, disse.

 

O presidente da Fifa aproveitou para falar também de uma outra ideia sua. Infantino voltou a defender uma reformulação no sistema de disputa do Mundial de Clubes, aumentando o número de equipes de sete para 24 e abrindo mais vagas para times que não sejam europeus.

 

O dirigente defendeu a realização de “uma verdadeira Copa do Mundo de clubes, como a Copa do Mundo de seleções”, com “equipes de todos os continentes”, embora tenha reconhecido que, hoje em dia, os melhores jogadores do mundo estão em campeonatos europeus.

Com informações Estadão Conteúdo