Efraim diz que matéria da ISTOÉ é requentada e orquestrada pelo Governo Federal - WSCOM

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Política

11/07/2009


Efraim diz que matéria da

O senador Efraim Morais (DEM) rebateu na tarde deste sábado 11 as acuações feitas pela Revista ISTOÉ de que estaria envolvido num esquema de recebimento de propinas no Senado Federal. A matéria diz que “um personagem chave começa a jogar luz sobre a caixa-preta em que se transformou a primeira-secretaria do Senado, controlada há uma década com mão de ferro pelo antigo PFL, hoje DEM.

Segundo a revista, o personagem chave é Aloysio de Brito Vieira, o “Matraca”, ex-presidente da Comissão de Licitação da Casa, que se tornou o operador de um esquema de desvio de dinheiro público e pagamento de propinas que funciona com a conivência ou participação de alguns senadores do DEM, entre os quais está Efraim Morais.

No entanto, Efraim destaca que as denúncias da revista são requentadas e têm como único propósito tentar atingir o DEM e o PSDB pelo posicionamento dos dois partidos de pedirem o afastamento do presidente do Senado, José Sarney (PMDB).

“A semana passada fizeram uma matéria contra o PSDB e hoje contra o Democratas em represália ao no posicionamento de pedir o afastamento do presidente Sarney. Estamos sendo vítimas de uma ação orquestrada do Governo Federal”, afirmou.

“Essas denúncias são totalmente requentadas, em 2006 o Correio Brasiliense tentou durante meses envolver nosso nome em irregulares com prestação de serviços na Casa, mas não conseguiu nada e agora a ISTOÉ a serviço do governo tenta incriminar o DEM”, acrescentou.

Efraim disse ainda que o próprio Ministério Público Federal (MPF) já se manifestou sobre o caso e reconheceu a inocência dos senadores.

“Em 2006, a procuradora do MPF, Luciana Martins, que investigou o caso, emitiu nota oficial atestando que não houve envolvimento de nenhum senador”, disse.

O senador afirmou que não teme nenhuma investigação e que mais uma vez colocará, através da Tribuna do Senado, suas contas a disposição da Receita Federal, Ministério Público e Polícia Federal para comprovar sua inocência.

Efraim lembra também que quem nomeia a Comissão de Licitação é o presidente e não o primeiro secretário.

“Outra coisa, quem nomeia a Comissão de Licitação é o presidente do Senado e não o primeiro secretário. Tive a honra de ser secretário dos presidentes Renan Calheiros, Tião Viana e Garibaldi Alves, mas nunca existiu uma nomeação do primeiro secretário”, sustentou.
 

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