‘É política’, diz Barreto sobre sindicatos que fazem Assembléia hoje e ato públi - WSCOM

menu

Política

12/06/2006


‘É política’, diz Barreto sobre

O secretário de Articulação Política de João Pessoa, Francisco Barreto, acusou os sindicatos (são sete) que estão programando uma Assembléia Geral Extraordinária para está segunda, 12 e um Ato Público para a quarta, 14, contra a Medida Provisória (MP) do reajuste de estarem fazendo ‘uma manifestação política’.

Barreto desconfia que a oposição ao prefeito Ricardo Coutinho deve estar por trás da mobilização.

“Nós estamos numa fase de pré-campanha eleitoral”, explica Barreto e questiona a representatividade do movimento: “não vi nessa relação nenhum sindicato com poder de fogo”, diz, pontuando que os sindicatos que estão se reunido não têm a força do Sintem e do Sintram, que já se mobilizaram anteriormente e construíram um acordo com a Prefeitura.

O prefeito Ricardo Coutinho já deixou claro que a Prefeitura está no limite de suas concessão e não pode abrir mais.

“Sinceramente fica difícil de apreciar, porque eu entendo que essa manifestação é uma manobra da oposição com componente político. O que tinha que ser feito, já foi feito”, explica.

Segue abaixo o nome dos sindicatos que participarão da Assembléia, marcada para hoje, às 16h, no auditório do Lyceu Paraibano e do Ato Público ‘em defesa das vítimas do prefeito Ricardo Coutinho’ agendada para quarta, ás 8h.

Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Saúde (Sindsaúde), Sindicato dos Odontologistas (Sindodonto), Sindicato dos Agentes de Saúde e Vigilância Ambiental (Sindasvam), Federação dos Servidores Públicos no Estado (Fetasp), Associação dos Servidores de Nível Superior, Oposição Sindical da Educação e Sindicato dos Enfermeiros.

O Sintem – O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município (Sintem), Daniel de Assis, um dos mais combativos quando da apresentação da Medida Provisória (MP) original do reajuste, disse que não tinha conhecimento da assembléia de hoje.

Ele garantiu que ela não tem nada a ver com os funcionários da educação. “O magistério já recebeu os qüinqüênios e o prefeito acena para os demais servidores a incorporação das gratificações até o mês de outubro”, informa.

Assis entende que há realmente uma disputa política da oposição, “mas ela não nos interessa”, explica e arremata: “não sei se a forma de mobilização é a correta”, conclui.