Débora Falabella pode interpretar Suzane von Richthofen no cinema - WSCOM

menu

Cinema

20/07/2018


Débora Falabella pode interpretar Suzane von Richthofen no cinema

Caso policial vai virar filme, mas elenco ainda não está definido. Confira resultado completo após votação

Foto: autor desconhecido.

A atriz Débora Falabella deveria ser a intérprete de Suzane von Richthofen no cinema, de acordo com os leitores do G1.

Após uma enquete questionando quem deveria ser a protagonista do longa “A menina que matou os pais”, que vai retratar o caso policial, a atriz ganhou 22,68% dos votos, ficando à frente de Deborah Secco (22,46%) e Caroline Abras (13,84%). Confira o resultado completo da votação:

  • Débora Falabella(22,68 %)
  • Deborah Secco (22,46 %)
  • Caroline Abras (13,84 %)
  • Letícia Colin (10,49 %)
  • Mariana Ximenes (8,04 %)
  • Carolina Dieckmann (6,04 %)
  • Grazi Massafera (5,39 %)
  • Bianca Bin (4,63 %)
  • Camila Queiroz (4,03 %)
  • Bianca Comparato (2,40 %)

Suzane Von Richthofen: “Quero que as pessoas saibam que sou um ser humano comum. Cometi um erro, estou pagando por ele e quero recomeçar minha vida” (Foto: André Vieira/Marie Claire)Suzane Von Richthofen: “Quero que as pessoas saibam que sou um ser humano comum. Cometi um erro, estou pagando por ele e quero recomeçar minha vida” (Foto: André Vieira/Marie Claire)

Suzane Von Richthofen: “Quero que as pessoas saibam que sou um ser humano comum. Cometi um erro, estou pagando por ele e quero recomeçar minha vida” (Foto: André Vieira/Marie Claire)

A história de Suzane von Richthofen será retratada no filme “A menina que matou os pais”. O filme tem estreia prevista para 2019 e ainda não tem o elenco definido.

Mauricio Eça (“Apneia” e “Carrossel”) assina a direção. Em um comunicado, ele diz que o filme será um “thriller psicológico de suspense”, que abordará os motivos em torno do crime com “detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso”.

O roteiro é da criminóloga Ilana Casoy, autora dos livros “O quinto mandamento” (Arx, 2006), que reconstitui o assassinato, e “Casos de família” (Darkside, 2016), sobre a morte dos Richthofen e de Isabella Nardoni. O escritor de literatura policial Raphael Montes também assina.

G1

Notícias relacionadas