Cássio mostra obras e faz comparações com antecessor no segundo dia do governo i - WSCOM

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Paraíba

15/10/2005


Cássio mostra obras e faz

O segundo dia do governo itinerante em Campina Grande foi dedicado à exposição de obras e serviços que o Governo do Estado realiza na cidade. Ao longo da programação, mais do que mostrar o que está em curso, o governador Cássio Cunha Lima fez comparações com o antecessor, senador José Maranhão. ‘Realizamos mais em menos de três anos do que o que foi feito em oito’, declarou Cunha Lima em todas os compromissos da agenda oficial.

O governador começou a programação desta sexta-feira visitando as obras do Bairro da Glória, que considera a maior intervenção urbana de Campina Grande. Lá, o Governo do Estado constrói em parceria com a Caixa Econômica 825 casas para abrigar famílias que serão relocadas da favela da Cachoeira – área considerada de risco durante os períodos chuvosos.Segundo Cunha Lima, a relocação é uma reivindicação protelada há mais de 50 anos.

‘Há muitos anos as famílias enfrentam deslizamentos, perdem suas casas’, relatou. ‘Só agora, na condição de governador, tive a felicidade de resolver este problema de vez’, comemorou Cunha Lima, que pretende transformar a favela em área de preservação ambiental.

Na seqüência, o governador visitou o II Batalhão da PM, onde anunciou a aquisição de 75 viaturas blazers até final do ano, e voltou a fazer comparações com o governo anterior.’Já realizamos mais promoções na PM – e estou falando muito mais mesmo – do que os oito anos do passado’, calcula o governador, que segue os balanços: ‘Fizemos a ampliação do contingente e até o final do ano nossa corporação fardada estará com mais de dois mil soldados além daquilo que encontramos em 2003’.

O governador também fez comparações em relação aos vencimentos da PM. ‘Não temos a primeira colocação, mas podemos dizer hoje que não estamos na última colocação, como no passado’.

Já à tarde, no lançamento do Condomínio Industrial Wellig, o governador reiterou defesa de que Campina Grande foi castigada na gestão Maranhão. ‘Esta cidade foi banida do mapa’, disse o governador, questionando os presentes: ‘Há quanto tempo Campina não vê uma empresa gerando mais de mil emprego?’

O governador se referia a Alpargatas, que ampliou os quadros com a viabilização do gasoduto e pretende continuar a fazer contratação no próximo ano. ‘Vamos ter mais dois mil empregos’, previu o governador.

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