Blog de WS expõe ausência da API no comando dos debates, até sobre Maio de 68 - WSCOM

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31/05/2018


Blog de WS expõe ausência da API no comando dos debates, até sobre Maio de 68

Análise revela omissão na condução de debates sobre fatos importantes

Foto: autor desconhecido.

Nova postagem do Blog de Walter Santos aborda a conjuntura das Revoluções Sociais – 50 anos depois de Maio de 1968 – e, neste tempo presente, através sa Inteligência Artificial sem nenhuma iniciativa da API (Associação Paraibana de Imprensa) na elaboração e comando de debates e movimentos em favor da sociedade.

Eis o que diz o Blog:

O adeus ao “Maio de 1968” diante do silêncio comprometedor da API; a omissão frente aos graves desafios

O cinquentenário do importante Movimento no Mundo por lutas comuns em favor da Democracia, das Liberdades e das conquistas sociais passou desapercebido e sem nenhum zelo ou trato conjuntural pela Associação Paraibana de Imprensa (API) como marco a merecer reflexão e debates proativos, sobretudo porque vivemos um tempo de retrocessos movidos por intolerâncias e os riscos reais de que a IA ( Inteligência Artificial) venha a dizimar dezenas de profissões, inclusive de Jornalistas.

São duas situações Revolucionárias distintas – a de Maio de 1968 e a de agora, em 2018 – mas o que difere lamentavelmente é que a API , 50 anos atrás, era atuante e de vanguarda na luta pela Democracia e contra o arbítrio, em especial a Ditadura Militar, e na atual fase somos a omissão e o abrigo de idéias próximas do retrocesso. É preciso Pluralidade e atuação permanente.
Na Cultura, outra área importante, todos os projetos apresentados para reaquecimento da Vanguarda sequer foram abrigados pela atual presidência arquivando inúmeras propostas.

QUESTÃO DE REPERCUSSÃO HÁ ANOS
A omissão da API como entidade longe dos debates é fruto de muitos fatores, entre eles o descompromisso de proximidade com os anseios da categoria para atrair o Mercado, os vários públicos e as muitas novas gerações que só sabem da entidade pelo Google.

Tem mais: as gestões continuadas do presidente João Pinto, este ano completando 9 anos à frente da API, levou-o à acomodação total preferindo optar por segmentos mais conservadores longe do Mercado, da Academia e dos Cursos de Comunicação, isto é, fez a API uma entidade lenta e distante dos indispensáveis Debates sobre como construir novos rumos para a Comunicação da Paraiba.

COMO ENCARAR A CULTURA DISRUPTIVA

A API anda a quilômetros de distância do debate sobre as graves consequências da IA – Inteligência Artificial – sobre as várias habilitações da Comunicação projetando a extinção de diversas categorias, entre elas de nossa profissão por conta da Robotização e até da Uberizacão dos preços e dos salarios.
No mundo virtual, vivemos a fase da Pós Verdade e da reprodução da Cultura de Fakes News ( Noticias Falsas) e de extorsão, mas nossa entidade maior inexiste neste aspecto e até o presente momento não houve um único debate, seminário ou coisa que o valha.

O QUE FAZER
É esta omissão ampla que remete a todos avaliarem sobre o rumo da API – se vamos continuar neste descompasso e omissão da entidade no trato das questões centrais da Comunicação e da sociedade paraibana.

Há anos que, por conta da omissão, a API deixou de ser referência de Vanguarda na sociedade, algo que precisamos retomar.

É por essas e outras que a API precisa dos préstimos e dedicação da jornalista e professora universitária Sandra Moura, Doutora com abordagem sobre a reportagem tendo Caco Barcelos como referência, para construir uma nova fase como presidente à altura dos novos desafios.

João Pinto já deu sua contribuição e Sandra se apresenta adequada por estar melhor preparada nesta conjuntura.
Pluralmente.

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