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Paraíba

05/03/2019


Blog de WS analisa conjuntura dos blocos do Folia de Rua e Carnaval Tradição

Em seu Blog, jornalista fala blocos e lembra a tradição carnavalesca em João Pessoa

Imagem reprodução

O jornalista Walter Santos traz, nesta terça-feira (5), em seu Blog, mais uma analise sobre o Carnaval Tradição em João Pessoa. Enraizado na Torre, o publisher traz o exemplo de Éder Dantas e da Escola Malandros do Morro, que ano após ano, vence as dificuldades a “pau e pedra” e vai as ruas de João Pessoa representando o bairro do Torre.

 

Segundo WS, o fato é “que há muito o que discutir sobre o carnaval de João Pessoa, a partir de aspectos ligados à violência nas Virgens, impasses das Muriçocas, brilhantismo no Cafuçu”, entre outros aspectos.

 

Confira na íntegra:

 

Afinal, já somos a expansão do Carnaval com variações muiti-culturais até alhures

Éder Dantas é um intelectual de base “torrelandense”, nascido no bairro da Torre – antenado no quengo e nos pés com as tradições carnavalescas, sempre buscando contribuir com as cenas sociais, a partir das manifestações culturais durante o carnaval pessoense apresentando fatores e novidades a valer.

 

De forma objetiva, Éder Dantas chama a atenção para o fato de que há muito o que discutir sobre o carnaval de João Pessoa, a partir de aspectos ligados à violência nas Virgens, impasses das Muriçocas, brilhantismo no Cafuçu, a presença baiana de Bel Marques, mas pelo que aconteceu tudo vai muito além de tudo isso.

 

MAIS TRADIÇÃO

Éder Dantas voltou à avenida Duarte da Silveira participando do Carnaval Tradição envolvido com a Escola de Samba “Malandros do Morro” mostrando que essa gente se mantém por cima de pau e pedra contra tudo e todos.

 

Há muito o que se refletir sobre Carnaval Tradição porque a resistência das agremiações chama a atenção diante de tantas desatenções acumuladas até hoje sob o manto de apoios de espectro assistencialista.

 

CENTRO HISTÓRICO

“Raparigas de Chico” no Ponto de Cem Réis e o ascendente “E tome Ladeira”, em pleno domingo, na General Osório, mostram que o Centro Histórico segue sendo o espaço mais propício para blocos da classe média progressista.

 

Fora isso, muita coisa acontecendo em muitos bairros: Torre, Róger e Mandacaru sempre à frente.

 

Agora, bem quem poderia (e pode) ter um repensar com atitudes e melhor reflexão e organização sobre tudo o que representa a indústria cultural.