Agnaldo Almeida anuncia voto e apoio a Sandra Moura na eleição da API - WSCOM

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Paraíba

15/06/2018


Agnaldo Almeida anuncia voto e apoio a Sandra Moura na eleição da API

Foto: autor desconhecido.

O renomado jornalista, escritor e ex-presidente da Associação Paraibana de Imprensa, Agnaldo Almeida, revelou em contato com o Portal WSCOM que tomou a decisão de apoiar a jornalista e professora de Comunicação da UFPB, Sandra Moura, para presidente da API na próxima eleição por considerá-la melhor opção.

Agnaldo Almeida entende e defende que a API precisa combater a perpetuidade e o aparelhamento.

O lider da Imprensa paraibana natural de Campina Grande ao anunciar seu posicionamento se incorpora a outros ex-presidentes da API , todos apoiando Sandra Moura: Nonato Guedes, Gonzaga Rodrigues, Rubens Nobrega, Marcela Sitônio e Walter Santos.

UM FILÓSOFO UNIVERSAL DE ZÉ PINHEIRO

Para Arlindo Almeida( In memorian)

Campina Grande é imensa na relação com seus filhos de etnias e condição social. De uns tempos para cá tiraram da memória a frase que dizia: esta é a terra Clementino Procópio. Lembro disso quando ia à cidade para ver meu tio querido morador do bairro São José, Arnaud Medeiros – a primeira pessoa que me fez gostar de Campina.

Tempos depois disso, passei a conhecer a Serra por outros grandes nomes. Conheci Rosil Cavalcanti, Ronaldo Cunha Lima, Bráulio Tavares, Romero e Rômulo Azevedo, Elizabeth Marinheiro, Vital do Rego. Na Imprensa, tinha William Tejo e Agnaldo Almeida como referências.

Pra ser sincero fui (e sou) admirador de Agnaldo Almeida já em João Pessoa quando a partir dos anos 80 quando ele, ao lado de Biu Ramos, João Manoel de Carvalho, Nonato Guedes, Gilvan de Brito, Adalberto Barreto, Bosco Gaspar, etc, eram os melhores analistas politicos.

Sempre gostei e admirei Agnaldo porque ele ia além da politica agonizante por ser a extensão do Tropicalismo, da redemocratização.

Com Agnaldo tive grandes momentos. Um deles, em 1988, na casa de Gonzaga Rodrigues, no 13 de maio, faltando um dia para registrar a candidatura dele contra José Euflávio, perguntei sobre as assinaturas de Patos e Cajazeiras.

Era 23h00 e o registro seria até 17h00 do dia seguinte. Agnaldo e Gonzaga, presidente e vice, disseram: se depender de cada de um de nós não tem registro.

Foi quando tomei a decisão de ir até minha residência avisar a Maisa, minha ex-companheira – mãe de Pablo e Vinicius – e, em plena madrugada, saimos no meu Scort eu, com meu amigo e irmão doutor Tico Pinto e Rui Barroso pegar as assinaturas de Patos e Cajazeiras chegando em João Pessoa às 15h40 com as condições de registrar a candidatura.

MENESTREL

Mas Agnaldo é maior, soberano, intelectual profundo e um cidadão que me faz confiante por tê-lo como referência do Jornalismo de todos os tempos.

Viva!