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17/04/2018


GESTÃO E CORRUPÇÃO

O mundo moderno requer ações proativas para gestões administrativas de toda ordem. Seja uma simples prefeitura de cidade de interior com população abaixo de 100 mil habitantes, sejam associações comunitárias, ONGs, centrais sindicais, empresas privadas de pequeno, médio e grande porte, enfim, tudo que cabe e compreende administrar e tocar um negócio público ou privado.

A gestão começa no ambiente familiar. Com planejamento e compra de utensílios, móveis, imóveis, a feira e contas mensais, etc. Eventos de aniversário, casamento, chegada de novos filhos, e outras variáveis.

Numa empresa não é muito diferente. Sendo necessário montar equipes, contratar serviços de terceiros, propor parcerias, e o uso de tecnologias especializadas. O mundo moderno assiste a diversos modelos de empreendimentos. Estudantes do mundo inteiro cada vez mais na corrida por novos títulos, buscando concursos, empenhando esforços para entrar no concorrido mercado de trabalho. Estamos num mundo de transição.

Qualquer que seja a gestão precisa um esboço, um planejamento de ações que envolva toda a diretoria, os titulares, colaboradores, funcionários, associados, e demais. É preciso transparência. Estratégias de ação no mercado, na sociedade. Só a partir da realização de propostas que marcam sua atuação é que se dará registro da capacidade e qualidade daquela gestão, e feito isto, a avaliação pública do consumidor. Foi uma boa gestão, média, ou pífia. E daí, partir para novas ações e dar continuidade aos processos.

O que se tem acompanhado em nossas instituições? Na maioria, a falta de planejamento, a falta de capacidade administrativa com entrega de resultado, e pior, a falta de profissionais capacitados, qualificados. Pior ainda, a corrupção quase generalizada.

Pequenos gestores que se valem de recursos das instituições para suprir seus desejos de ordem pessoal, muita vez atropelando conceito moral, se deixando envolver por expedientes desqualificados. Destruindo as empresas, dando suporte a escândalos, acabando com o que ainda resta.

Num simples olhar, vemos prefeituras que solapam recursos que viriam beneficiar a população ofertando serviços de saúde, educação, segurança e outros. Governos que sistemáticos promovem através de ações contra o povo, tomando seus direitos e desviando verbas incalculáveis, aplicando golpes em cima de golpes, e ampliando a pobreza do mundo.

Recentemente se tem assistido também a ação judicial, polícias prendendo empresários, políticos, e outros. Na Paraíba tramitam ações questionando federações, prefeituras, associações,  etc. Até quando?  Até quando o concurso imoral fará viger em nossa sociedade?

O capitalismo tem despertado nesses homens do mundo um desejo insaciável de poder e riqueza, de reeleição para continuarem seus mal feitos, etc. O dinheiro é a mola propulsora desses desvarios. Simples gestores de pequenas instituições seguem como que regras de corrupção das demais grandes marcas. Justiça, Governo, Legislativo, ONGs, Associações, em tudo se vê o micróbio da devastação. Estamos ainda longe de propor com resultado positivo transparente. Enquanto isso, caminhamos para campanhas eleitorais de muita luta e guerras. Embora assim, acreditamos e temos ainda esperança de realçar no planeta gestões que possam superar os estacionários de plantão e avançar com propósitos positivos de evoluir.

Gil Sabino é jornalista, gestor de marketing e diretor de cultura da API – g.sabino@uol.com.br

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