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Expressão Corporal

06/08/2014


Eva Wilma apresenta espetáculo em CG

Azul Resplendor

 Eva Wilma celebra 80 anos de vida e 60 de carreira com comédia “Azul Resplendor” no Teatro Severino Cabral
Azul Resplendor está em cartaz neste dia 07 de agosto no Teatro Municipal Severino Cabral, às 20h. O espetáculo é uma homenagem ao mundo do Teatro e trata das relações complexas que se estabelecem entre os artistas durante a criação de um espetáculo: os jogos de poder, os afetos, as ambições, as frustrações, entre outros.

A obra, não recomendada para menores e 16 anos, abre aos espectadores as entranhas do Teatro, o que realmente acontece no mundo dos bastidores. Em uma época de culto às celebridades, Azul Resplendor trata de maneira crítica e bem humorada o ávido interesse que o público tem dedicado à vida privada dos artistas.
O projeto de montagem conta com outro grande trunfo para a realização desta homenagem aos palcos, Eva Wilma, uma das maiores atrizes brasileiras, que completou em 2013, seus 60 anos de carreira e 80 de vida.

“Azul Resplendor” é o espetáculo que, segundo Eva Wilma, ela realiza com o mesmo entusiasmo de quando participou da peça “Uma Mulher e Três Palhaços”, realizada pelo Teatro de Arena e apresentada em 1953 e 1954.
No elenco, além de Eva Wilma, estão Guilherme Weber, Genézio de Barros, Luciana Borghi, Débora Veneziani e Felipe Guerra. A direção é de Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas. Os ingressos já estão à venda no Teatro aos preços de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada).

SOBRE A PEÇA

Blanca Estela (Eva Wilma) é uma grande dama do teatro afastada de seu ofício há mais de 30 anos. Inesperadamente, ela recebe a visita de seu mais devotado fã – Tito Tápia (Genézio de Barros), um ator sem nenhuma expressão que passou a maior parte de sua vida cuidando da mãe doente e fazendo “pontas” no teatro e na televisão.

De posse da herança e com uma peça de sua autoria escrita em memória da mãe falecida, Tito decide procurar Blanca Estela para confessar seu antigo amor e lhe fazer uma proposta para que ela retorne aos palcos como protagonista de sua obra.

Apesar de ter sido um dos maiores nomes do teatro, Blanca Estela alimenta um amargo desprezo pelo mundo do teatro, o que motivou sua aposentadoria precoce. Mas, por razões que só ficarão claras ao final da peça, a grande diva decide aceitar a proposta de Tito, desde que a peça seja dirigida por um nome de peso. Tito decide chamar o maior diretor teatral da atualidade: Antônio Balaguer (Guilherme Weber). Considerado um gênio e cercado por uma equipe que o idolatra, o badalado encenador promete surpreender o público montando “o espetáculo da década”.