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Pistoleiro mais procurado da Paraíba é preso em sertão após praticar assalto

Um dos pistoleiros mais procurados do Estado, Francisco Cirilo da Silva Neto, de 24 anos, o “Cirilo Torrado”, foi preso no início da tarde deste sábado, 13, na entrada da cidade de São Bento, no Sertão paraibano. Com ele estavam Alexandre Alves de Assis e o Valdinez Dantas da Costa, todos da mesma família.

Torrados (esq) e comparsas

Um dos pistoleiros mais procurados do Estado, Francisco Cirilo da Silva Neto, de 24 anos, o “Cirilo Torrado”, foi preso no início da tarde deste sábado, 13, na entrada da cidade de São Bento, no Sertão paraibano. Com ele estavam Alexandre Alves de Assis e o Valdinez Dantas da Costa, todos da mesma família.

Segundo informações do tenente André Brandão, o grupo comandado pelo pistoleiro havia praticado um assalto no distrito de Maravilha, zona rural de Paulista (PB). Ao tomar do roubo a polícia manteve uma barreira na entrada de São Bento.

Ao avistar os policiais o grupo tentou retornar, mas foi perseguido e preso pela guarnição comandada pelo sargento Guedes. Com os bandidos foram apreendidos um revólver calibre 38 com cinco munições intactas e uma pistola calibre 380 com 20 munições intactas além de duas motos usadas nos roubos.

“Cirilo Torrado” confessou que o grupo iria matar um rapaz por nome de Alex que seria seu rival. O pistoleiro era o principal responsável por roubos de motos, assaltos, sequestros de veículos, e considerado de altíssima periculosidade, com uma infinidade de execuções praticadas por empreitada.

Material apreendido com o grupo

Contra o “Cirilo Torrado” já existia mandado de prisão em aberto desde a operação ‘Rede Marginal’ desencadeada pela Polícia Federal em parceria com o comando da PM de catolé do Rocha que levou pelo menos 23 bandidos para a cadeia, entretanto o perigoso pistoleiro ainda não havia sido preso.

O major Enéas Cunha, comandante do 12º Batalhão, acredita que com a prisão do pistoleiro vários fatos irão ser esclarecidos, e o somatório as penas a ele impostas deverão passar de 100 anos de cadeia.

O grupo foi autuado na delegacia de polícia de São Bento e depois recambiado para o presídio de Catolé do Rocha, onde ficará a disposição da justiça.



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