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Ideb mostra que 35% das escolas ficaram abaixo da meta na 8ª série; PB tem as tr

Índice é calculado com dados do desempenho e rendimento escolar

Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2009, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta segunda-feira (5), mostram que 35% das escolas públicas do país ficaram abaixo da meta estipulada pelo governo federal para cada uma delas nos anos finais do ensino fundamental, que equivale ao ciclo da 5ª à 8ª série (6º ao 9º ano). Nos anos iniciais, da 1ª à 4ª série (1º ao 5º ano), ficaram abaixo da meta 26% das escolas.

De acordo com os dados do Ideb, a Paraíba tem as três piores escolas do país nas cidades de Dona Inês, Nova Olinda e Duas Estradas.

Confira o Ideb das escolas da 1ª à 4ª série (arquivo em excel)

Confira o Ideb das escolas da 5ª à 8ª série (arquivo em excel)

Para o cálculo, foram consideradas 25.146 escolas da 8ª série e 33.689 da 4ª série que tiveram Ideb e meta em 2009. Dos totais analisados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), uma parte ficou sem Ideb 2009, por não ter atingido a quantidade necessária de amostras para o cálculo, e outra parte ficou sem meta 2009, por ter participado pela primeira vez do Ideb.

O índice leva em conta dois fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil. A escala vai de 0 a 10.
A pontuação de escolas públicas do país no índice mostra que as notas vão de 0,2 a 9. A meta do Brasil é chegar a 6 na 4ª série e a 5,5 na 8ª série em 2021. O índice médio dos países desenvolvidos é 6.

Na 8ª série, o Rio de Janeiro foi o estado com mais escolas abaixo da projeção feita pelo Inep para cada uma delas. Foram 62%. Logo depois, estão o Amapá, com 57%, Sergipe, com 52%, e Rondônia, com 50%. Em São Paulo, 32% das escolas ficaram abaixo da meta.

Na 4ª série, Sergipe teve 43% das escolas abaixo da projeção feita para 2009. O Rio está em segundo lugar, com 42% do total, e é seguido por Amapá, com 41%, e pelo Maranhão, com 40%.
 

 


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