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10/25/07 - 7:16 PM - Atualizado em 3/15/10 - 3:18 PM


Dono da Norvidro é assassinado em Recife


O empresário pernambucano Wilson de Souza Chaves Filho, 52 anos, dono da Norvidro, empresa que tem filiais na Paraíba e Bahia, foi assassinado no inicio da noite de ontem na cidade de Recife. O corpo do empresário esta no Instituto de Medicina Legal e até o momento nenhum familiar da vítima esteve no IML e ainda não se sabe horário e local previstos para o sepultamento.

O empresário pernambucano Wilson de Souza Chaves Filho, 52 anos, dono da Norvidro, empresa que tem filiais na Paraíba e Bahia, foi assassinado no inicio da noite de ontem na cidade de Recife. O corpo do empresário esta no Instituto de Medicina Legal e até o momento nenhum familiar da vítima esteve no IML e ainda não se sabe horário e local previstos para o sepultamento.

Wilson de Souza Chaves Filho, foi morto no início da noite de ontem, no cruzamento da Rua Bruno Veloso com a Avenida Domingos Ferreira, em Boa Viagem.

O caso foi registrado pela Força Tarefa de Homicídios, mas a partir de hoje, as investigações deverão ficar a cargo da Delegacia de Boa Viagem. A principal hipótese é de crime de vingança, encomendado por conta de um negócio mal resolvido. No entanto, a possibilidade de assalto ainda não foi totalmente descartada.

O dono da Norvidro teve uma reunião de negócios com o empresário paulista Yveraldo Gusmão no final da tarde de ontem. Após o encontro, os dois foram até o Shopping Center Recife. Wilson parou para comprar um carregador de celular e se ofereceu para dar uma carona a Yveraldo em seu carro, um Vectra, com placa de João Pessoa/PB, até o hotel, que fica em Boa Viagem.

Já eram mais de 18h, o trânsito intenso. Mas nem o fluxo de veículos e de pessoas circulando impediu que dois homens em uma moto cometessem o crime no segundo cruzamento da rua Bruno Veloso após a saída do shopping. Um deles desceu, se aproximou do carro pelo lado do motorista e disparou três tiros. Wilson morreu no local com um tiro na parte posterior da cabeça e dois no ombro esquerdo. Foi encontrado preso ao cinto de segurança.

O empresário paulista contou que abriu a porta, atravessou a Avenida Domingos Ferreira correndo e pediu proteção em um postode gasolina. Ele contou à polícia que ouviu os disparos, mas não viu quem atirou contra o empresário. Morador do prédio em frente ao cruzamento em que Wilson foi morto, o bancário Eduardo Chiaperini estava saindo de casa para ir ao cinema quando escutou os disparos. "Eu estava na garagem, tirando o carro, quando escutei os tiros. Quando saí, coisa de dez segundos depois, encontrei apenas o Vectra parado e com o motor ligado", relatou.

Nas informações prestadas ao delegado da Força Tarefa de Homícidios, Ednaldo Carvalho, o empresário paulista disse que mantinha negócios com Wilson há cerca de quatro anos. Fornecia máquinas para a Norvidro. "Ele disse que não tinha qualquer relação pessoal com a vítima e que ficou surpreso com a oferta de carona até o hotel", destacou o delegado. Segundo Ednaldo, o crime não tem características de latrocínio (roubo seguido de morte). "A principal característica é de homicídio", avaliou.

Wilson Chaves era casado pela segunda vez e deixou três filhos. Ontem, um sobrinho da vítima, que se identificou apenas como Chaves, sentiu falta de um relógio preto do qual o empresário não se desvencilhava. "Era um relógio muito caro e ele não tirava do braço", comentou.

O corpo será velado no cemitério Morada da Paz, em Paulista-PE. Amanhã, ele segue para a Bahia, onde será cremado a pedido (em vida) do próprio empresário.

Da redação com pernambuco.com
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