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/ Notícias / Paraíba

10/19/13 - 11:08 AM


Militante social quer reabertura de hospital


Leo diz que é crime deixar a população de Bayeux sem saúde

Moradores e funcionários da saúde de Bayeux que foram demitidos após o agravamento na crise e consequentemente o fechamento do hospital para serviços de urgência no período da noite, procuraram o jovem militante social Leo Micena para intervir no caso e procurar uma maneira de ajudar a população que sofre com o sucateamento da saúde.

Ele afirmou que a crise vem há alguns anos, mas se agravou na gestão de Expedito de forma generalizada como uma verdadeira doença. Leo disse que o hospital passa por um sucateamento. “Não existe concurso público. Precisamos de funcionários. É um crime deixar o hospital nessa situação”, ressaltou.

"Olha é um crime deixar as pessoas sem atendimento. Você procurar socorro em um hospital e quando chegar não conseguir atendimento. Você privar o povo do serviço de saúde. Isso é crime", desabafou.

Leo destacou que vai levar o caso a conhecimento das autoridades do Estado e que vai estudar a possibilidade de buscar junto a Justiça uma ação para que a prefeitura de Bayeux volte a atender o povo.

Leo Micena disse que a população pode contar com seu apoio nessa luta. "Como pode o prefeito Expedito, o vice-prefeito que é médico e o secretário deixarem o povo sem um serviço de saúde essencial?", questionou.

A Constituição Federal, no artigo 196, observa-se a seguinte afirmação: “A saúde é direito de todos e dever do Estado (município, Estado e União), garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”

da redação como assessoria


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Comentários

1 Respostas para Militante social quer reabor de hospital


  • Alexandre Gomes: 2013-10-19 20:50:10

    O maior crime cometido contra a saúde do povo de Bayeux foi o fechamento do Hospital São Domingos na gestão da Ex-prefeita Sara Cabral, e outro crime foi a instalação dos serviços de atendimento complexos como Emergência e urgência para um hospital materno-infantil sem as mínimas condições de funcionamento pelo Ex-prefeito Jota Júnior, só para lembrar aos que sofrem de amnésia, inclusive esse "militante social" é um apoiador exemplar tanto da ex-prefeita, como do ex-prefeito.





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