Mário Rosa, escritor e ex-repórter premiado, confirma condição de Colunista da R - WSCOM

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Entretenimento

05/06/2006


Mário Rosa, escritor e ex-repórter

O escritor e consultor em marketing Mário Rosa, autor de livros reconhecidos a exemplo da “Era do Escândalo”, confirmou em contato com o Portal WSCOM Online, que aceitou escrever na Revista NORDESTE por entender a publicação como a alternativa qualificada para este momento no contexto nacional, especialmente o leitor.

Mario Rosa, jornalista premiado desde quando repórter de VEJA, explicou que tem se dedicado a trabalhos especiais, entre os quais a elaboração final de novo livro a ser prefaciado por Paulo Coelho, e, agora, como Colunista da Revista NORDESTE.

– Aceitei o convite do Walter Santos por acreditar no projeto e conteúdo constantes nessa nova empreitada desse ousado empreendedor da comunicação, tanto que emprestaremos um pouco de nossa reflexão escrita sobre temas de interesse da opinião pública, do público leitor – comentou Mário Rosa.

Mário Rosa: ‘A Era do Escândalo’

Jornalista fala de seu novo livro, A Era do Escândalo, e estabelece exemplos históricos recentes de como contornar a crise com sucesso

Gerenciar uma crise passou a representar a maior preocupação de mídia e marketing de grandes empresas e políticos: pensar no pior antes que ele aconteça e lidar com o pior assim que acontece, sabendo que os primeiros e cruciais momentos são decisivos para o sucesso da operação.

Resgatar e esclarecer o papel do consultor de imagem, algo como bombeiros de marcas e personalidades, é a proposta de Mário Rosa, jornalista, ex-editor da revista Veja e duas vezes premiado com o prêmio Esso, o mais importante da imprensa brasileira.

Com o tema “As técnicas para preservar a imagem de organizações e profissionais”, é o convidado especial da aula inaugural dos cursos de Comunicação Social no dia 10/3, às 20h, no Anfiteatro Padre Werner (palestra restrita aos alunos da universidade).

Rosa fala de seu mais recente livro-reportagem, A Era do Escândalo (Geração Editorial, 2003), onde relata os bastidores de dez casos explosivos e polêmicos, da queda do avião da TAM em 1996 ao apagão de 2001, das CPIs ao drama da atriz Glória Pires, envolvida em boatos a respeito do marido e da filha, das dificuldades de empresas bilionárias como Telefonica e e Telemar ao desempenho do médico particular do governador Mário Covas, David Uip, para preservar sua reputaçãoem meio a tamanha exposição. Com depoimentos na primeira pessoa, trata-se de um manual de tudo o que é preciso saber na hora do sufoco. É possível compreender o relacionamento – ainda enevoado – entre imprensa, ministério público, Lesgislativo e Executivo nos corredores dos escândalos.

Tanto que um dos capítulos mais expressivos é protagonizado pelo criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, advogado do ministro José Dirceu (atual vedete do noticiário, após denúncia de envolvimento do seu ex-assessor parlamentar Waldomiro Diniz com loterias e bingos), do presidente do Senado José Sarney e de uma constelação de clientes influentes.

Com a experiência de uma obra no mesmo filão, “A Síndrome de Aquiles”, e coordenação de sete campanhas políticas na América Latina, Mário Rosa explica a vocação do país para CPIs e de que modo funciona a eclosão e a condução dos escândalos na mídia e na sociedade brasileira. Sua coletânea expõe formas de proteger a credibilidade e de como atravessar o olho do furacão com serenidade e eficiência.

Traz experiências de quem viveu por dentro de algumas das crises de maior repercussão do Brasil, investigando e comentando os abalos de imagem de nomes e marcas de primeira linha do mundo político e empresarial.

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