Margareth Diniz crê em reversão de corte de 30% nas universidades e IFs e aponta: "Não há balbúrdia, há trabalho" - WSCOM

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Paraíba

13/05/2019


Margareth Diniz crê em reversão de corte de 30% nas universidades e IFs e aponta: “Não há balbúrdia, há trabalho”

Imagem: Reprodução

A reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, disse nesta segunda-feira (13) que manterá a luta para reversão do corte de 30% do orçamento da Instituição feito pelo Ministério da Educação (MEC) na última semana. Ela revelou que os atuais recursos só irão durar até setembro.

“Nossa expectativa é de reversão. Como eu falei, me parece que é quase unanimidade, todas as universidades federais terão recurso até setembro e nos não teremos mais recurso para o dia a dia. A partir daí e até la vamos trabalhar arduamente para reversão do corte”, disse à Tv Master. 

Corte

Margareth contou que, no dia do corte, anunciado pelo ministro Abraham Weintraub, a UFPB não recebeu nenhum comunicado do MEC. Ao chegar na Instituição, às 9h, o contingenciamento já era visto no sistema de finanças.

“Oficialmente não recebemos nenhuma informação. Foi feito um anúncio à noite, e no outro dia, às 9h, nosso sistema apareceu com corte de 30%, o que para nós representa R$ 45 milhões”, contou a reitora. 

Balbúrdia

A reitora ainda rechaçou o argumento de ‘balbúrdia’, que ocorreria nas universidades, apresentado inicialmente pelo ministro ao apontar cortes em três instituições e estendidi para todas as demais. Para Margareth, o que predomina nas universidades são ações positivas.

“É equivocado o encaminhamento dado às três universidades a princípio, até porque são universidades bem ranqueadas, mas me parece que pinçaram pontualmente algumas ações nas universidades, esporádicas. Mas o que se sabe é que as universidades são produtivas, trabalham muito  para entregar profissionais qualificados, e assim se faz pesquisa de ponta, inovação e têm dado contribuição ao país. O que ele chamou de ‘balbúrdia’ nas universidades, o que predomina são ações positivas, não há balburdia, a balbúrdria é muito trabalho”, afirmou.

 


Por Redação / Portal WSCOM