Maranhão divulga metas e se queixa de 'falta de continuidade' em obras de seu go - WSCOM

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Política

19/06/2006


Maranhão divulga metas e se

O senador José Maranhão voltou a criticar o governador Cássio Cunha Lima dizendo que ele, de maneira irresponsável, deixou o Estado cair na estagnação, não dando continuidade às obras que teria deixado ‘quase prontas’. Para ele, caso volte a ocupar o Palácio da Redenção, a meta é concluir todas as obras que estariam paralisadas.

“Todas elas! É prioritário voltar a fazer funcionar projetos fundamentais para a Paraíba, como o Canal da Redenção e o Pólo de Irrigação das Várzeas de Sousa, assim como restabelecer o funcionamento dos pólos de irrigação Piancó I, II e III e de Lagoa do Arroz, em Cajazeiras”, enumera.

Ele defende que uma obra paralisada só trás prejuízos ao erário, pois trata-se de um dinheiro que não está tendo nenhum rendimento social, ou seja, não gera nenhum benefício a população. “Essa aí é uma questão de honra. O Governo não pode continuar admitindo esse desperdício. Então, vou concluir todas essas obras”, afirmou Maranhão.

No seu entendimento, a Paraíba precisa ter uma alternativa para substituir a atividade agrícola que, segundo ele, morreu no Estado. O sisal e o algodão foram dois exemplos citados pelo pré-candidato peemedebista. “O Governo dará o estimulo e a iniciativa privada, estimulada, fará essa recuperação do território agrícola do Estado”.

Garantiu, também, que a Paraíba terá um projeto turístico consistente. Maranhão entende que a atividade turística, hoje, é o custo/benefício mais favorável no mundo inteiro. Outra medida prioritária: fazer o processo de industrialização caminhar em direção ao interior.

Além dessas medidas o senador pretende incrementar o Plano de Abastecimento D’água que, segundo ele, começou com a construção de mais de 800 quilômetros de adutoras que estão servindo às zonas mais carentes de recursos hídricos do Estado, como é o caso das regiões de Patos e do Vale do Sabugy.

“Queremos continuar ampliando esse sistema. A propósito, a Paraíba e o Rio Grande do Norte são reconhecidos pelo Ministério da Integração como os Estados que madrugaram na preparação para receber a transposição de águas do rio São Francisco”, conclui.

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