Diego relata quebradeira na Câmara, se solidariza aos deputados e servidores e r - WSCOM

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Economia & Negócios

08/06/2006


Diego relata quebradeira na Câmara,

O Vice-presidente do PFL-Jovem, Diego Tavares, relatou, nesta quarta-feira, de Brasília, onde se encontra mantendo contatos com lideranças políticas do seu partido, momentos de horror por que passou durante invasão da Câmara dos

Deputados por integrantes do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST) e repudiou com indignação atitude praticada pelos manifestantes.

O pré-candidato a deputado estadual, que acompanhou tudo de perto na companhia do companheiro de partido, o deputado Rodrigo Maia (PFL-RJ), manifestou solidariedade a os parlamentares, estendendo o mesmo gesto, de forma indistinta, a todos os servidores da casa legislativa.

Diego Tavares revelou nunca ter vivido situação semelhante, na qual se viu ameaçado pela ação dos manifestantes que protagonizaram ontem um dos maiores atos de vandalismo contra o Congresso Nacional ao invadir e depredar parte da

Câmara dos Deputados.

“Assim que percebemos o que estava se passando, tivemos

que procurar um lugar mais seguro, longe de toda aquela confusão. Foi aí que o deputado Rodrigo Maia, com quem conversava no momento, me puxou pelo braço e

corremos para uma das salas que dá acesso ao plenário”, contou o pefelista ao acrescentar que o incidente teve início pouco antes das 15h.

Indignado com tudo o que acompanhou e testemunhou, o pré-candidato a deputado estadual, Diego Tavares, classificou de agressão e vandalismo a invasão, justificando que a ação fere os princípios da democracia, e disse que manifestações desse gênero desafiam o Estado de Direito.

“O cúmulo da arbitrariedade foi praticada, por isso cobramos, enquanto sociedade, todo o rigor da lei na apuração desse fato que desafia a todos”.

O pré-candidato a deputado estadual pelo PFL observou que, por mais dura que seja a punição, nada atenuará o fato de que atentaram contra a democracia e a sacralidade do Parlamento, já que ali estão os escolhidos pela população através de eleição direta para representá-la.

“Os atos de vandalismo praticados na Câmara demonstraram mais uma vez o total desapreço com que esses movimentos têm pela representação política. Ao invés do diálogo e das proposições, eles preferem a força e violência para atingirem seus objetivos”, salientou.

Com relação ao simbolismo político dos atos praticados pelos manifestantes, Diego Tavares acredita que a ação dos invasores “é decorrente da própria fragilidade moral e ética do Congresso Nacional e da própria classe política”.

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